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quinta-feira, 12 de setembro de 2013
quarta-feira, 31 de julho de 2013
AS DEZ PRAGAS
Estas terríveis pragas tiveram por fim levar Faraó (Faraó, era o título dado ao monarca do Egito) a reconhecer e a confessar que o Deus dos hebreus era supremo, estando o seu poder acima da nação mais poderosa que era então o Egito (Ex 9.16; 1Sm 4.8) cujos habitantes deveriam ser julgados pela sua crueldade e grosseira idolatria.
1 - Águas em Sangue: Os egípcios tributavam honras divinas ao rio Nilo, e reverenciavam-no como o primeiro dos seus deuses. Diziam que ele era o rival do céu, visto como regava a terra sem o auxílio de nuvens e de chuva. O fato de se tornar em sangue a água do sagrado rio, durante sete dias, era uma calamidade, que foi causa de consternação e terror. (Ex 7.14...)
2- A praga das rãs:
Na praga das rãs foi o próprio rio sagrado um ativo instrumento de castigo, juntamente com outros dos seus deuses. A rã era um animal consagrado ao Sol, sendo considerada um emblema de divina inspiração nas suas intumescências. O repentino desaparecimento da praga foi uma prova tão forte do poder de Deus, como o seu aparecimento. (Ex 8.1...)
3- Piolhos:
A praga dos piolhos foi particularmente uma coisa horrorosa para o povo egípcio, tão escrupulosamente asseado e limpo. Dum modo especial os sacerdotes rapavam o pelo de todo o corpo de três em três dias, a fim de que nenhum parasitos pudessem achar-se neles, enquanto serviam os seus deuses. Esta praga abalou os próprios magos, pois que, em conseqüência da pequenez desses insetos, eles não podiam produzi-los pela ligeireza de mãos, sendo obrigados a confessar que estava ali o "dedo de Deus" (Ex 8.19).
4- Moscas:
As três primeiras pragas sofrem-nas os egípcios juntamente com os israelitas, mas por ocasião da separou Deus o povo que tinha escolhido (Ex 8.20-23). Este milagre seria, em parte, contra os sagrados escaravelhos, adorados no Egito.
5- Peste no gado:
A quinta praga se declarou no dia seguinte, em conformidade com a determinação divina (Ex 9.1). Outra vez é feita uma distinção entre os egípcios e os seus cativos. O gado dos primeiros é inteiramente destruído, escapando à mortandade o dos israelitas. Este milagre foi diretamente operado pela mão de Deus, sem a intervenção de Arão, embora Moisés fosse mandado a Faraó com o usual aviso.
6- Úlceras e tumores:
(Ex 9.8) A sexta praga mostra que, da parte de Deus, tinha aumentado a severidade contra um monarca obstinado, de coração pérfido. E aparecia agora também Moisés como executor das ordens divinas; com efeito, tendo ele arremessado no ar, na presença de Faraó, uma mão cheia de cinzas, caiu uma praga de úlceras sobre o povo. Foi um ato significativo. A dispersão de cinzas devia recorda aos egípcios o que eles costumavam fazer no sacrifício de vítimas humanas, concorrendo o ar, que era também uma divindade egípcia, para disseminar a doença.
7- A Saraiva:
(Ex 9.22) Houve, com certeza. algum intervalo entre esta e a do nº 6, porque os egípcios tiveram tempo de ir buscar mais gado à terra de Gósen, onde estavam os israelitas. É também evidente que os egípcios tinham por esta ocasião um salutar temor de Deus de Israel, e a tempo precaveram-se contra a terrível praga dos trovões e da saraiva. (Ex 9.20).
8- Os gafanhotos:
Esta praga atacou o reino vegetal. Foi um castigo mais terrível que os outros, porque a alimentação do povo constava quase inteiramente de vegetais. Nesta ocasião os conselheiros de Faraó pediram com instância ao rei que se conformasse com o desejo dos mensageiros de Deus, fazendo-lhes ver que o país já tinha sofrido demasiadamente (Ex 10.7). Faraó cedeu até certo ponto, permitindo que somente saíssem do Egito os homens; mas mesmo isto foi feito com tão má vontade que mandou sair da sua presença a Moisés e Arão (Ex 10.7-11). Foi então que uma vez mais estendeu Moisés o seu braço à ordem de Deus, cobrindo-se a terra de gafanhotos, destruidores de toda a vegetação que tinha escapado da praga da saraiva. Outra vez prometeu o monarca que deixaria sair os israelitas, mas sendo a praga removida, não cumpriu a sua palavra.
9- Três dias de escuridão:
A praga das trevas mostraria a falta de poder do deus do sol, ao qual os egípcios prestavam culto. Caiu intempestivamente a nova praga sobre os egípcios, havendo uma horrorosa escuridão sobre a terra durante 3 dias (Ex 10.21). Mas, os israelitas tinham luz nas suas habitações. Faraó já consentia que todo o povo deixasse o Egito, devendo contudo, ficar o gado. Moisés, porém rejeitou tal solução. Sendo dessa forma a cegueira do rei, anunciou a última e a mais terrível praga que seria a destruição dos primogênitos do Egito (Ex 10.24-11.8). Afastou-se Moisés irritado da presença de Faraó cujo coração estava ainda endurecido (Ex 11.9,10).
10- A morte dos primogênitos:
Foi esta a última e decisiva praga (Ex 11.1). E foi, também, a mais claramente infligida pela direta ação de Deus, não só porque não teve relação alguma com qualquer fenômeno natural, mas também porque ocorreu sem a intervenção de qualquer agência conhecida. Mesmo as famílias, onde não havia crianças, foram afligidas com a morte dos primogênitos dos animais. Os israelitas foram protegidos, ficando livres da ação do anjo exterminador, pela obediência às especiais disposições divinas.
1 - Águas em Sangue: Os egípcios tributavam honras divinas ao rio Nilo, e reverenciavam-no como o primeiro dos seus deuses. Diziam que ele era o rival do céu, visto como regava a terra sem o auxílio de nuvens e de chuva. O fato de se tornar em sangue a água do sagrado rio, durante sete dias, era uma calamidade, que foi causa de consternação e terror. (Ex 7.14...)
2- A praga das rãs:
Na praga das rãs foi o próprio rio sagrado um ativo instrumento de castigo, juntamente com outros dos seus deuses. A rã era um animal consagrado ao Sol, sendo considerada um emblema de divina inspiração nas suas intumescências. O repentino desaparecimento da praga foi uma prova tão forte do poder de Deus, como o seu aparecimento. (Ex 8.1...)
3- Piolhos:
A praga dos piolhos foi particularmente uma coisa horrorosa para o povo egípcio, tão escrupulosamente asseado e limpo. Dum modo especial os sacerdotes rapavam o pelo de todo o corpo de três em três dias, a fim de que nenhum parasitos pudessem achar-se neles, enquanto serviam os seus deuses. Esta praga abalou os próprios magos, pois que, em conseqüência da pequenez desses insetos, eles não podiam produzi-los pela ligeireza de mãos, sendo obrigados a confessar que estava ali o "dedo de Deus" (Ex 8.19).
4- Moscas:
As três primeiras pragas sofrem-nas os egípcios juntamente com os israelitas, mas por ocasião da separou Deus o povo que tinha escolhido (Ex 8.20-23). Este milagre seria, em parte, contra os sagrados escaravelhos, adorados no Egito.
5- Peste no gado:
A quinta praga se declarou no dia seguinte, em conformidade com a determinação divina (Ex 9.1). Outra vez é feita uma distinção entre os egípcios e os seus cativos. O gado dos primeiros é inteiramente destruído, escapando à mortandade o dos israelitas. Este milagre foi diretamente operado pela mão de Deus, sem a intervenção de Arão, embora Moisés fosse mandado a Faraó com o usual aviso.
6- Úlceras e tumores:
(Ex 9.8) A sexta praga mostra que, da parte de Deus, tinha aumentado a severidade contra um monarca obstinado, de coração pérfido. E aparecia agora também Moisés como executor das ordens divinas; com efeito, tendo ele arremessado no ar, na presença de Faraó, uma mão cheia de cinzas, caiu uma praga de úlceras sobre o povo. Foi um ato significativo. A dispersão de cinzas devia recorda aos egípcios o que eles costumavam fazer no sacrifício de vítimas humanas, concorrendo o ar, que era também uma divindade egípcia, para disseminar a doença.
7- A Saraiva:
(Ex 9.22) Houve, com certeza. algum intervalo entre esta e a do nº 6, porque os egípcios tiveram tempo de ir buscar mais gado à terra de Gósen, onde estavam os israelitas. É também evidente que os egípcios tinham por esta ocasião um salutar temor de Deus de Israel, e a tempo precaveram-se contra a terrível praga dos trovões e da saraiva. (Ex 9.20).
8- Os gafanhotos:
Esta praga atacou o reino vegetal. Foi um castigo mais terrível que os outros, porque a alimentação do povo constava quase inteiramente de vegetais. Nesta ocasião os conselheiros de Faraó pediram com instância ao rei que se conformasse com o desejo dos mensageiros de Deus, fazendo-lhes ver que o país já tinha sofrido demasiadamente (Ex 10.7). Faraó cedeu até certo ponto, permitindo que somente saíssem do Egito os homens; mas mesmo isto foi feito com tão má vontade que mandou sair da sua presença a Moisés e Arão (Ex 10.7-11). Foi então que uma vez mais estendeu Moisés o seu braço à ordem de Deus, cobrindo-se a terra de gafanhotos, destruidores de toda a vegetação que tinha escapado da praga da saraiva. Outra vez prometeu o monarca que deixaria sair os israelitas, mas sendo a praga removida, não cumpriu a sua palavra.
9- Três dias de escuridão:
A praga das trevas mostraria a falta de poder do deus do sol, ao qual os egípcios prestavam culto. Caiu intempestivamente a nova praga sobre os egípcios, havendo uma horrorosa escuridão sobre a terra durante 3 dias (Ex 10.21). Mas, os israelitas tinham luz nas suas habitações. Faraó já consentia que todo o povo deixasse o Egito, devendo contudo, ficar o gado. Moisés, porém rejeitou tal solução. Sendo dessa forma a cegueira do rei, anunciou a última e a mais terrível praga que seria a destruição dos primogênitos do Egito (Ex 10.24-11.8). Afastou-se Moisés irritado da presença de Faraó cujo coração estava ainda endurecido (Ex 11.9,10).
10- A morte dos primogênitos:
Foi esta a última e decisiva praga (Ex 11.1). E foi, também, a mais claramente infligida pela direta ação de Deus, não só porque não teve relação alguma com qualquer fenômeno natural, mas também porque ocorreu sem a intervenção de qualquer agência conhecida. Mesmo as famílias, onde não havia crianças, foram afligidas com a morte dos primogênitos dos animais. Os israelitas foram protegidos, ficando livres da ação do anjo exterminador, pela obediência às especiais disposições divinas.
40 ANOS NO DESERTO
As peregrinações que os filhos de Israel realizaram, marchando desde o Egito até à terra de Canaã, foram uma escola importante para sua instrução.
Foi em Ramessés que principiou a marcha dos israelitas. O caminho direto deste lugar para Canaã teria sido pela terra dos filisteus, ao norte dos lagos Amargos, e ao longo da orla setentrional do deserto de Sur. Todavia, essa direção foi-lhes proibida (Ex 13.17,18); e por isso, depois de por certo tempo tomarem o rumo oriental, prosseguiram para o sul, exultando certamente com isso o Faraó, porque julgava assim em seu poder.
Acamparam a primeira noite em Sucote, que não devia ter sido longe de Ramessés. Pela segunda tarde chegaram à orla do deserto, em Etã. Provavelmente agora deviam ter seguido para o Oriente, mas foi-lhes ordenado que "retrocedam e que acampem defronte de Pi-Hairote, entre Migdol e o mar, diante de Baat-Zefom" (Ex 14.2); era um estreito desfiladeiro, perto da costa ocidental do Golfo, entre os montes que guarnecem o mar e uma pequena baia ao sul. Ficavam deste modo "desorientados na terra".
Esse movimento teve o efeito de atrair o Faraó, para junto deles; e o desígnio de alterar desta forma a linha da sua marcha foi revelada a Moisés (Ex 14.17). Os egípcios aproximaram-se dos israelitas quando estes estavam acampados diante do braço ocidental do mar Vermelho. Como, quer na extensão, quer na profundidade do golfo de Suez, se operou uma notável mudança no decorrer destes últimos trezentos anos, em virtude duma grande acumulação de areia, é por esta razão impossível determinar o lugar onde os israelitas atravessaram. Eles passaram pelo mar em seco para o lado oriental, perto do sítio agora chamado Ayun Musa (poços de Moisés), principiando aqui o deserto de Sur (Ex 15.22), ou o deserto de Etã (Nm 33.8). Estas duas expressões de aplicam à parte superior do deserto; este deserto estende-se desde o Egito até à praia oriental do mar Vermelho, e alarga-se para o Norte até à Palestina.
O caminho que os israelitas tomaram é uma larga vereda pedregosa, entre as montanhas e a costa, na qual correm no inverno vários ribeiros, que nascem nos montes. Nesta ocasião tudo devia estar seco. O lugar onde primeiramente estacionaram foi Mara (amargo), onde foi operado o milagre de se tornar doce a água amarga (Ex 15.23-25). O sítio onde isto aconteceu é, provavelmente, Ain Hawara, perto do riacho, chamado Wady Amarah, que tem a mesma significação de Mara.
A seguinte estação foi Elim, "onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras" (Ex 15.27); este sítio fixado por Niebhr e Burckhardt no vale onde corre Ghurundel, que é a maior de todas as correntes, no lado ocidental da península. Este vale contém agora tamareiras, tamargueiras, e acácias de diferentes espécies. Obtém-se aqui água em abundância, cavando poços; há, também, uma copiosa nascente, com um pequeno regato.
Chegaram depois os israelitas ao deserto de Sim, "entre Elim e Sinai" (Ex 16.1), no sopé da escarpada cumeeira de et-Tih, um nome que significa "divagação"; é "um deserto medonho, quase inteiramente destituído de vegetação". Foi logo depois de terem entrado neste deserto que os israelitas obtiveram miraculosa provisão de codornizes e de maná. Os estudiosos supõe que eles tomaram em seguida a direção do sueste, marchando para a cordilheira do Sinai. Neste caso, a sua passagem teria sido pelo extenso vale, a que os árabes chamamWady Feiran. Passaram depois por Dofca e Alus. O vale Feiran é o sítio mais fértil de toda a região; e é aqui que devemos procurar Refidim, onde pela primeira vez foram atacados (Ex 17.8-13). Jetro, sogro de Moisés, também o visitou em Refidim; e pelo seu conselho foram nomeados juízes para ajudar o chefe israelita na ação judicial (Ex 18). E aqui, entre elevados picos, estava a rocha que, por mandado de Deus, foi ferida por Moisés, saindo dela depois abundância de água.
Em seguida fizeram seu acampamento no ermo do Sinai, onde o Todo-Poderoso revelou à multidão a Sua vontade por meio de Moisés; foi dado o Decálogo (dez mandamentos) ao homem, e foi estabelecido o Pacto (Ex 20.1-17; 24.7,8). Neste deserto também se deu o caso do culto prestado ao bezerro de ouro, e a enumeração do povo, e a construção do Tabernáculo; além disso, Arão e seus filhos foram consagrados, celebrou-se a segunda Páscoa, e morreram Nadabe e Abiú por terem oferecido fogo estranho ao Senhor.
O monte, onde a Lei foi dada, chama-se Horebe no Deuteronômio, e Sinai nos outros livros do Pentateuco (5 livros: Gn, Ex, Lv, Nm e Dt). Provavelmente o primeiro nome designa todo o território, e o outro simplesmente a montanha, onde foi revelada a Lei.
Permaneceram os israelitas no deserto do Sinai um ano aproximadamente, aparecendo de novo o sinal para a partida. Desde então as suas marchas e acampamentos foram sempre dirigidos pelo Senhor. Uma nuvem, que manifestava a Sua presença, cobria o tabernáculo de dia, e à tarde estava sobre o tabernáculo uma aparência de fogo até à manhã" (Nm 9.15). O levantar da nuvem era sinal de avançar, caminhando eles após ela; e, quando parava a nuvem sobre o tabernáculo, queria isso dizer que deviam acampar de novo. As suposições, são que eles passaram para o norte, ao longo do Wady esh-Sheikh, entrando numa grande planície chamada el-Hadharah, na qual estava Taberá, nome que significa "incêndio", e que lhe foi dado em virtude de ser ali destruído pelo fogo, que caiu do céu, num certo número de israelitas insurgentes (Nm 11.1-3).
A estação seguinte foi Quibrote-Taavá, ou os "sepulcros da concupiscência" (Nm 11.34; 33.16). De Quibrote marcharam para Hazerote onde ocorreu a sedição de Miriã e Arão (Nm 12). As estações nesta parte do deserto foram Ritmá, Rimom-Perez, Libna e Cades-Barneia, sendo alcançado provavelmente este último lugar pelo mês de junho mais ou menos.
Quando se aproximava da Terra Prometida, foram mandados alguns espias (espiões) para a examinarem; mas, quando voltaram, as suas informações foram de tal modo aterrorizadores que o povo se revoltou; e por esta razão os hebreus tiveram de errar no deserto pelo espaço de quarenta anos. Saindo os israelitas de Cades-Barneia, depois da sua segunda visita, em que houve a provocação ao Senhor nas águas de Meribá, vieram eles até ao monte de Hor, perto de Petra, onde morreu Arão.
Esse monte, verdadeiro trono de desolação, consta de quebradas, de ruínas e de escuras profundidades. Os árabes chamam-lhe Jebel Neby Hayran, que quer dizer: o "monte do profeta Arão"; e ainda hoje, quando uma caravana oriental avista seu cume, sacrifica um cordeiro em memória daquele grande sacerdote. Passando pelo Wadi Arabah (provavelmente o "deserto de Zin") para Eziom-Geber (da segunda vez) e Elate, o povo chegou ao golfo oriental do mar Vermelho, e voltou para o norte pelo deserto oriental da Arábia. Neste lugar existe um grande desfiladeiro, vindo do nordeste através das montanhas, constituindo a principal passagem no Wadi Arabá para o deserto. A ascensão dos israelitas foi, sem dúvida por esta estreita passagem, quando de desviaram do mar Vermelho, e voltaram aos territórios de Edom. Nesta ocasião o povo estava muito desanimado por causa do caminho, e murmurou conta Deus e contra Moisés. As suas murmurações foram castigadas, aparecendo entre eles umas serpentes ardentes, cujas mordeduras produziam a morte; mas, por mandado do Senhor, foi levantada uma serpente de bronze, sendo curados os que para ela olhavam com fé. Prosseguiram depois a sua viagem pelas faldas orientais das montanhas de Seir.
Os edomitas que primeiramente lhes haviam recusado a passagem pela sua terra, agora consentiam, fornecendo-lhes também alimentos para o seu caminho (Dt 2.3-6). Nada se sabe das suas passagens até que chegaram a Zerede, um pequeno ribeiro que corre pelas montanhas até à extremidade ocidental do mar Morto. E partindo daquele Sítio "acamparam-se na outra margem de Arnom, que... é o termo de Moabe, entre Moabre e os Amorreus" (Nm 21.13). E dali se dirigiram para Beer, ou Beer-Elim, o poço dos nobres do povo, onde vendo que estavam quase chegados ao fim do deserto, e na perspectiva duma rápida entrada na Terra Prometida, entoaram o "cântico do poço" (Nm 21.17,18).
Os israelitas, após este acontecimento, desbarataram o seu terrível inimigo Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom, e cujos territórios se estendiam ao longo das praias do mar Morto, e pelo vale oriental do Jordão até ao rio Jaboque. Saindo vitoriosos na guerra contra Ogue, que ganhara os territórios ao oriente do mar da Galiléia, os israelitas apoderaram-se da parte oriental do vale do Jordão. Estas terras conquistadas, sendo boas para pastagens, foram cedidas às tribos de rúben e Gade, e à meia tribo de Manassés, que tinha muito gado; mas foi com a condição de auxiliarem as outras tribos na sua conquista de Canaã, ao ocidente do Jordão (Nm 32; Dt 3.8-20; Js 1.12-18). E por este motivo a seguinte estação foi chamada Dibom-gade, para distinguir de outra Dibom pertencente aos rubenitas (Js 13.17). As ruínas desta povoação, com o nome de Dibom, vêem-se cerca de seis quilômetros ao norte do rio Arnom. Deste lugar caminharam para Almom-Diblatain ou Diblataim, de onde seguiram para as serras de Abarim, em frente do monte Nebo. Finalmente acamparam perto do Jordão, desde Bete-Jesimote até Bete-Sitim, em frente de Jericó (Nm 33.49).
E assim terminou uma jornada de quarenta anos, atravessando principalmente lugares desertos, viagem que podia ter-s efetuado nalgumas semanas.
Foi em Ramessés que principiou a marcha dos israelitas. O caminho direto deste lugar para Canaã teria sido pela terra dos filisteus, ao norte dos lagos Amargos, e ao longo da orla setentrional do deserto de Sur. Todavia, essa direção foi-lhes proibida (Ex 13.17,18); e por isso, depois de por certo tempo tomarem o rumo oriental, prosseguiram para o sul, exultando certamente com isso o Faraó, porque julgava assim em seu poder.
Acamparam a primeira noite em Sucote, que não devia ter sido longe de Ramessés. Pela segunda tarde chegaram à orla do deserto, em Etã. Provavelmente agora deviam ter seguido para o Oriente, mas foi-lhes ordenado que "retrocedam e que acampem defronte de Pi-Hairote, entre Migdol e o mar, diante de Baat-Zefom" (Ex 14.2); era um estreito desfiladeiro, perto da costa ocidental do Golfo, entre os montes que guarnecem o mar e uma pequena baia ao sul. Ficavam deste modo "desorientados na terra".
Esse movimento teve o efeito de atrair o Faraó, para junto deles; e o desígnio de alterar desta forma a linha da sua marcha foi revelada a Moisés (Ex 14.17). Os egípcios aproximaram-se dos israelitas quando estes estavam acampados diante do braço ocidental do mar Vermelho. Como, quer na extensão, quer na profundidade do golfo de Suez, se operou uma notável mudança no decorrer destes últimos trezentos anos, em virtude duma grande acumulação de areia, é por esta razão impossível determinar o lugar onde os israelitas atravessaram. Eles passaram pelo mar em seco para o lado oriental, perto do sítio agora chamado Ayun Musa (poços de Moisés), principiando aqui o deserto de Sur (Ex 15.22), ou o deserto de Etã (Nm 33.8). Estas duas expressões de aplicam à parte superior do deserto; este deserto estende-se desde o Egito até à praia oriental do mar Vermelho, e alarga-se para o Norte até à Palestina.
O caminho que os israelitas tomaram é uma larga vereda pedregosa, entre as montanhas e a costa, na qual correm no inverno vários ribeiros, que nascem nos montes. Nesta ocasião tudo devia estar seco. O lugar onde primeiramente estacionaram foi Mara (amargo), onde foi operado o milagre de se tornar doce a água amarga (Ex 15.23-25). O sítio onde isto aconteceu é, provavelmente, Ain Hawara, perto do riacho, chamado Wady Amarah, que tem a mesma significação de Mara.
A seguinte estação foi Elim, "onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras" (Ex 15.27); este sítio fixado por Niebhr e Burckhardt no vale onde corre Ghurundel, que é a maior de todas as correntes, no lado ocidental da península. Este vale contém agora tamareiras, tamargueiras, e acácias de diferentes espécies. Obtém-se aqui água em abundância, cavando poços; há, também, uma copiosa nascente, com um pequeno regato.
Chegaram depois os israelitas ao deserto de Sim, "entre Elim e Sinai" (Ex 16.1), no sopé da escarpada cumeeira de et-Tih, um nome que significa "divagação"; é "um deserto medonho, quase inteiramente destituído de vegetação". Foi logo depois de terem entrado neste deserto que os israelitas obtiveram miraculosa provisão de codornizes e de maná. Os estudiosos supõe que eles tomaram em seguida a direção do sueste, marchando para a cordilheira do Sinai. Neste caso, a sua passagem teria sido pelo extenso vale, a que os árabes chamamWady Feiran. Passaram depois por Dofca e Alus. O vale Feiran é o sítio mais fértil de toda a região; e é aqui que devemos procurar Refidim, onde pela primeira vez foram atacados (Ex 17.8-13). Jetro, sogro de Moisés, também o visitou em Refidim; e pelo seu conselho foram nomeados juízes para ajudar o chefe israelita na ação judicial (Ex 18). E aqui, entre elevados picos, estava a rocha que, por mandado de Deus, foi ferida por Moisés, saindo dela depois abundância de água.
Em seguida fizeram seu acampamento no ermo do Sinai, onde o Todo-Poderoso revelou à multidão a Sua vontade por meio de Moisés; foi dado o Decálogo (dez mandamentos) ao homem, e foi estabelecido o Pacto (Ex 20.1-17; 24.7,8). Neste deserto também se deu o caso do culto prestado ao bezerro de ouro, e a enumeração do povo, e a construção do Tabernáculo; além disso, Arão e seus filhos foram consagrados, celebrou-se a segunda Páscoa, e morreram Nadabe e Abiú por terem oferecido fogo estranho ao Senhor.
O monte, onde a Lei foi dada, chama-se Horebe no Deuteronômio, e Sinai nos outros livros do Pentateuco (5 livros: Gn, Ex, Lv, Nm e Dt). Provavelmente o primeiro nome designa todo o território, e o outro simplesmente a montanha, onde foi revelada a Lei.
Permaneceram os israelitas no deserto do Sinai um ano aproximadamente, aparecendo de novo o sinal para a partida. Desde então as suas marchas e acampamentos foram sempre dirigidos pelo Senhor. Uma nuvem, que manifestava a Sua presença, cobria o tabernáculo de dia, e à tarde estava sobre o tabernáculo uma aparência de fogo até à manhã" (Nm 9.15). O levantar da nuvem era sinal de avançar, caminhando eles após ela; e, quando parava a nuvem sobre o tabernáculo, queria isso dizer que deviam acampar de novo. As suposições, são que eles passaram para o norte, ao longo do Wady esh-Sheikh, entrando numa grande planície chamada el-Hadharah, na qual estava Taberá, nome que significa "incêndio", e que lhe foi dado em virtude de ser ali destruído pelo fogo, que caiu do céu, num certo número de israelitas insurgentes (Nm 11.1-3).
A estação seguinte foi Quibrote-Taavá, ou os "sepulcros da concupiscência" (Nm 11.34; 33.16). De Quibrote marcharam para Hazerote onde ocorreu a sedição de Miriã e Arão (Nm 12). As estações nesta parte do deserto foram Ritmá, Rimom-Perez, Libna e Cades-Barneia, sendo alcançado provavelmente este último lugar pelo mês de junho mais ou menos.
Quando se aproximava da Terra Prometida, foram mandados alguns espias (espiões) para a examinarem; mas, quando voltaram, as suas informações foram de tal modo aterrorizadores que o povo se revoltou; e por esta razão os hebreus tiveram de errar no deserto pelo espaço de quarenta anos. Saindo os israelitas de Cades-Barneia, depois da sua segunda visita, em que houve a provocação ao Senhor nas águas de Meribá, vieram eles até ao monte de Hor, perto de Petra, onde morreu Arão.
Esse monte, verdadeiro trono de desolação, consta de quebradas, de ruínas e de escuras profundidades. Os árabes chamam-lhe Jebel Neby Hayran, que quer dizer: o "monte do profeta Arão"; e ainda hoje, quando uma caravana oriental avista seu cume, sacrifica um cordeiro em memória daquele grande sacerdote. Passando pelo Wadi Arabah (provavelmente o "deserto de Zin") para Eziom-Geber (da segunda vez) e Elate, o povo chegou ao golfo oriental do mar Vermelho, e voltou para o norte pelo deserto oriental da Arábia. Neste lugar existe um grande desfiladeiro, vindo do nordeste através das montanhas, constituindo a principal passagem no Wadi Arabá para o deserto. A ascensão dos israelitas foi, sem dúvida por esta estreita passagem, quando de desviaram do mar Vermelho, e voltaram aos territórios de Edom. Nesta ocasião o povo estava muito desanimado por causa do caminho, e murmurou conta Deus e contra Moisés. As suas murmurações foram castigadas, aparecendo entre eles umas serpentes ardentes, cujas mordeduras produziam a morte; mas, por mandado do Senhor, foi levantada uma serpente de bronze, sendo curados os que para ela olhavam com fé. Prosseguiram depois a sua viagem pelas faldas orientais das montanhas de Seir.
Os edomitas que primeiramente lhes haviam recusado a passagem pela sua terra, agora consentiam, fornecendo-lhes também alimentos para o seu caminho (Dt 2.3-6). Nada se sabe das suas passagens até que chegaram a Zerede, um pequeno ribeiro que corre pelas montanhas até à extremidade ocidental do mar Morto. E partindo daquele Sítio "acamparam-se na outra margem de Arnom, que... é o termo de Moabe, entre Moabre e os Amorreus" (Nm 21.13). E dali se dirigiram para Beer, ou Beer-Elim, o poço dos nobres do povo, onde vendo que estavam quase chegados ao fim do deserto, e na perspectiva duma rápida entrada na Terra Prometida, entoaram o "cântico do poço" (Nm 21.17,18).
Os israelitas, após este acontecimento, desbarataram o seu terrível inimigo Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom, e cujos territórios se estendiam ao longo das praias do mar Morto, e pelo vale oriental do Jordão até ao rio Jaboque. Saindo vitoriosos na guerra contra Ogue, que ganhara os territórios ao oriente do mar da Galiléia, os israelitas apoderaram-se da parte oriental do vale do Jordão. Estas terras conquistadas, sendo boas para pastagens, foram cedidas às tribos de rúben e Gade, e à meia tribo de Manassés, que tinha muito gado; mas foi com a condição de auxiliarem as outras tribos na sua conquista de Canaã, ao ocidente do Jordão (Nm 32; Dt 3.8-20; Js 1.12-18). E por este motivo a seguinte estação foi chamada Dibom-gade, para distinguir de outra Dibom pertencente aos rubenitas (Js 13.17). As ruínas desta povoação, com o nome de Dibom, vêem-se cerca de seis quilômetros ao norte do rio Arnom. Deste lugar caminharam para Almom-Diblatain ou Diblataim, de onde seguiram para as serras de Abarim, em frente do monte Nebo. Finalmente acamparam perto do Jordão, desde Bete-Jesimote até Bete-Sitim, em frente de Jericó (Nm 33.49).
E assim terminou uma jornada de quarenta anos, atravessando principalmente lugares desertos, viagem que podia ter-s efetuado nalgumas semanas.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Daniel Berg
Daniel Berg

Introdução
Daniel Berg nasceu em Vargon, na Suécia, num lar genuinamente
cristão. Logo aos 17 anos, fez sua primeira viagem para os Estados Unidos, em
1902; isto porque a Suécia passava por uma crise financeira muito séria. Ao
final de oito anos voltou de passagem à Suécia.
Nesta ocasião ao visitar a casa de seu melhor amigo, soube que ele era agora um pregador do Evangelho numa cidade próxima. Ao visitá-lo, em sua igreja, ouviu pela primeira vez sobre o batismo no Espírito Santo. Depois do culto, conversaram bastante sobre esta doutrina o que fez com que Daniel Berg saísse dalí convicto, e buscando o seu batismo no Espírito Santo. Ainda no caminho de volta para a América ele recebeu o bastismo e decidiu-se definitivamente em dedicar sua vida ao Senhor.
Nesta ocasião ao visitar a casa de seu melhor amigo, soube que ele era agora um pregador do Evangelho numa cidade próxima. Ao visitá-lo, em sua igreja, ouviu pela primeira vez sobre o batismo no Espírito Santo. Depois do culto, conversaram bastante sobre esta doutrina o que fez com que Daniel Berg saísse dalí convicto, e buscando o seu batismo no Espírito Santo. Ainda no caminho de volta para a América ele recebeu o bastismo e decidiu-se definitivamente em dedicar sua vida ao Senhor.
Sua Chamada
Durante uma conferência em Chicago, ele conheceu seu futuro
companheiro nas missões, o sueco Gunnar Vingren, que estava recém formado num
Instituto Bíblico e desejoso de ser um missionário. Ambos, cheios do poder
pentecostal, passaram a buscar do Senhor o seu direcionamento para suas vidas.
Certo dia, o dono da casa que Gunnar Vingren morava teve um sonho e tinha visto
o nome Pará e foi-lhe revelado que seria uma orientação para aqueles jovens.
Logo descobriram que Deus os chamava para o Brasil. Apesar do pouco entusiasmo
da igreja, e de nenhuma promessa de ajuda financeira, ambos foram separados
para serem missionários no Brasil, cheios de convicção da parte de Deus.
A última e grande confirmação da parte de Deus, foi quando o Senhor
pediu a Vingren que desse 90 dólares, exatamente o valor que eles tinham para a
viagem, para um jornal pentecostal. Eles, em obediência, o fizeram. Porém,
extraordinariamente o Senhor os devolveu o exato montante, usando um irmão em
outra cidade, que foi revelado por Deus para tal. Berg e Vingren partiram para
o Brasil no dia 5 de Novembro de 1910. Durante a viagem, eles já puderam
experimentar um pouquinho o que seria o seu campo, e alí mesmo se converteu a
primeira alma para Jesus, desde que eles foram separados como missionários.
Então, no dia 19 do mesmo mês chegaram à cidade de Belém do Pará.
Sua Chegada ao Brasil
Sua primeira hospedagem foi no porão de uma Igreja Batista, cujo
pastor era americano. Logo começaram a dirigir cultos, para ajudar aquele
pastor, e sempre que sentiam de falar sobre a manifestação do Espírito Santo
para aqueles dias, o faziam sem constrangimento. Mesmo sendo um assunto novo
para aqueles irmãos, eles se interessavam cada vez mais, o que decorreu no
grande aumento da assiduidade nos cultos e constantes visitas aos missionários.
Enquanto isso, Berg começou a trabalhar na fundição, para sustentá-los,
enquanto Vingren estudava português para ensiná-lo à noite.
Primeira Assembléia de Deus
A pobreza e principalmente a doença era uma constante naquele
lugar, sobretudo a lepra e a febre amarela. Com isso, os irmãos frequentavam
cada ves mais o porão onde viviam Berg e Vigren, à busca de oração e
conhecimento da Palavra. Alí o Senhor começou a batizar com o Espírito Santo e
curar muitos enfermos. Num daqueles cultos improvisados, entrou de surpresa o
pastor da igreja, que foi cordialmente convidado a participar do culto. Recusando
o convite, passou a declarar uma série de acusações com relação às falsas
doutrinas ensinadas pelos missionários, esperava contar com o apoio dos que ali
estavam, mais pelo contrário, um diácono, dos membros mais antigos, se levantou
e defendeu com testemunhos reais de que o batismo no Espírito Santo e a cura
divina é para a atualidade. Neste dia então, Berg, Vingren e mais 18 irmãos
foram expulsos daquela igreja e formaram a primeira Assembléia de Deus, que a
princípio se reunia na casa da irmã Celina Albuquerque, a primeira crente
batizada no Espírito Santo em terras brasileiras.
Logo depois começou a circular pela cidade um panfleto, da parte daquele pastor batista, alertando a população contra os ensinamentos dos missionários, citando inclusive as passagens bíblicas por eles usadas.O que parecia prejudicial, tornou-se num grande impulso para propagação das verdades bíblicas, pois aqueles que os liam, ao conferir com as escrituras, passavam a crer e buscavam a igreja, que crescia exponencialmente. Dias depois, chega a primeira remessa de Bíblias e Novos Testamentos em português, o que leva Daniel Berg a se dedicar exclusivamente à venda das literaturas e pregação do Evangelho.
Logo depois começou a circular pela cidade um panfleto, da parte daquele pastor batista, alertando a população contra os ensinamentos dos missionários, citando inclusive as passagens bíblicas por eles usadas.O que parecia prejudicial, tornou-se num grande impulso para propagação das verdades bíblicas, pois aqueles que os liam, ao conferir com as escrituras, passavam a crer e buscavam a igreja, que crescia exponencialmente. Dias depois, chega a primeira remessa de Bíblias e Novos Testamentos em português, o que leva Daniel Berg a se dedicar exclusivamente à venda das literaturas e pregação do Evangelho.
Avançando Para o Interior do Brasil
Quando a Palavra de Deus já havia sido distribuida em toda Belém, Berg sentiu
de Deus em ir rumo a Bragança e fazer na marcha para o interior o mesmo
trabalho, para o qual era vocacionado. A tarefa não era fácil; os dois maiores
inimigos eram o analfabetismo e o catolicismo herdado da colonização
portuguesa. Naqueles pequenos vilarejos, o padre era a maior autoridade e todos
os moradores já haviam sido advertidos quanto à pregação de Daniel Berg, e
temiam a leitura da Bíblia, pois a igreja os proibia.
Vencendo os Obstáculos
Apesar disto, o jovem continuava a bater nas portas, a ler trechos
bíblicos e orar pelos enfermos. As portas se abriam aos poucos e o Senhor
operava sempre. Em pouco tempo já haviam vinte novas igrejas entre Belém e
Bragança. O próximo passo foi a caminho das selvas. O contato inicial foi
difícil e a primeira família se converteu num velório quando Daniel leu sobre a
ressurreição para o pai e os filhos ao lado do corpo da mãe. Estes se tornaram
evangelistas e contribuíram para a formação de uma grande igreja alí. Sofreram
fortes perseguições por parte dos policiais, pois o delegado estava
comprometido politicamente com a igreja católica. Mas claro que por fim o nome
do Senhor era glorificado pelas vitórias dos crentes. Berg só saiu dalí quando
a igreja já havia amadurecido e caminhava por seus próprios pés.
Seus Últimos Dias
O passo decorrente foi sua chegada às ilhas; nesta altura os
maiores inimigos eram os naturais. A travessia em barcos precários, tornava o
acesso muito perigoso, pois além da embarcação, haviam as piranhas e os
jacarés. As grandes distâncias, as horas perdidas e o esforço com os remos,
junto ao grande aumento do trabalho, tornou-o quase impossível. Após um
acidente sofrido por Daniel, numa daquelas pequenas embarcações, sentiu de Deus
de comprar um grande barco a velas, o que fez com a ajuda da igreja de Belém.
Com o barco "Boas Novas" o atendimento era mais proveitoso e em maior
extensão.
Daniel Berg passou para o Senhor em 1963, e mesmo enfermo num
hospital, saía de um a outra enfermaria entregando literatura e orando pelos
que se entregavam.

A Igreja Assembléia de Deus
Após uma ampla troca de informações, experiências e idéias,
Daniel Berg e Gunnar Vingren descobriram que Deus os estava guiando numa mesma
direção, isto é: o Senhor desejava enviá-los com a mensagem do Evangelho a
terras distantes, mas nenhum dos dois sabia exatamente para onde
seriam
enviados.
Algum tempo depois, Daniel
Berg foi visitar o pastor Vingren em South Bend. Durante
aquela visita, quando participavam de uma reunião de oração, o Senhor lhes
falou, através de uma mensagem profética, que eles deveriam partir para pregar
o Evangelho e as bênçãos do Avivamento Pentecostal. O lugar tinha sido
mencionado na profecia: Pará. Nenhum dos presentes conhecia aquela localidade.
Após a oração, os dois jovens foram a uma biblioteca à procura de um mapa que
lhes indicasse onde o Pará estava localizado. Foi quando descobriram que se
tratava de um estado do Norte do Brasil”.
seriam
enviados.Extraído do livro História das Assembléias de Deus, Emílio Conde - CPAD
No início do século XX, apesar da presença de imigrantes alemães e suíços de origem protestante e do valoroso trabalho de missionários de igrejas evangélicas tradicionais, nosso país era ainda quase que totalmente católico.
A origem das Assembléias de Deus no Brasil está no fogo do
reavivamento que varreu o mundo por volta de 1900, início do século 20,
especialmente na América do Norte.
Os participantes desse reavivamento foram cheios do Espírito Santo
da mesma forma que os discípulos e os seguidores de Jesus durante a Festa
Judaica do Pentecostes, no início da Igreja Primitiva (Atos cap. 2). Assim,
eles foram chamados de “pentecostais”.
Exatamente como os crentes que estavam no Cenáculo, os precursores
do reavivamento do século 20 falaram em outras línguas que não as suas
originais quando receberam o batismo no Espírito Santo. Outras manifestações
sobrenaturais tais como profecia, interpretação de línguas, conversões e curas
também aconteceram (Atos cap. 2).
Quando Daniel Berg e Gunnar Vingren, chegaram a Belém do Pará, em
19 de novembro de 1910, ninguém poderia imaginar que aqueles dois jovens suecos
estavam para iniciar um movimento que alteraria profundamente o perfil
religioso e até social do Brasil por meio da pregação de Jesus Cristo como o
único e suficiente Salvador da Humanidade e a atualidade do Batismo no Espírito
Santo e dos dons espirituais. As igrejas existentes na época – Batista de Belém
do Pará, Presbiteriana, Anglicana e Metodista, ficaram bastante incomodadas com
a nova doutrina dos missionários, principalmente por causa de alguns irmãos que
se mostravam abertos ao ensino pentecostal. A irmã Celina de Albuquerque, na
madrugada do dia 18 de junho de 1911 foi a primeira crente a receber o batismo
no Espírito Santo, o que não demorou a ocorrer também com outros irmãos.
O clima ficou tenso naquela comunidade, pois um número cada vez
maior de membros curiosos visitava a residência de Berg e Vingren, onde
realizavam reuniões de oração. Resultado: eles e mais dezenove irmãos acabaram
sendo desligados da Igreja Batista. Convictos e resolvidos a se organizar,
fundaram a Missão de Fé Apostólica em 18 de junho de 1911, que mais tarde, em
1918, ficou conhecida como Assembléia de Deus.
Em poucas décadas, a
Assembléia de Deus, a partir de Belém do Pará, onde nasceu, começou a penetrar
em todas as vilas e cidades até alcançar os grandes centros urbanos como São
Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre.
Em virtude de seu fenomenal crescimento, os pentecostais começaram
a fazer diferença no cenário religioso brasileiro. De repente, o clero católico
despertou para uma possibilidade jamais imaginada: o Brasil poderia vir a
tornar-se, no futuro, uma nação protestante.
O que é a Assembléia de Deus

A Assembléia de Deus é uma comunidade protestante, segundo os princípios da Reformada Protestante pregada por Martinho Lutero, no século 16, contra a Igreja Católica. Cremos que qualquer pessoa pode se dirigir diretamente a Deus baseada na morte de Jesus na cruz. Este é um relacionamento pessoal e significativo com Jesus. Embora sejamos menos formais em nossa adoração a Deus do que muitas denominações protestantes, a Assembléia de Deus se identifica com eles na fundamentação bíblica-doutrinária, com exceção da doutrina pentecostal (Hebreus 4.14-16; 6.20; Efésios 2.18).
A Assembléia de Deus é uma igreja evangélica pentecostal que prima
pela ortodoxia doutrinária. Tendo a Bíblia como a sua única regra de fé e
prática, acha-se comprometida com a evangelização do Brasil e do mundo,
conformando-se plenamente com as reivindicações da Grande Comissão.
A doutrina que distingue as Assembléias de Deus de outras igrejas
diz respeito ao batismo no Espírito Santo. As Assembléias de Deus crêem que o
batismo no Espírito Santo concede aos crentes vários benefícios como estão
registrados no Novo Testamento. Estes incluem poder para testemunhar e servir
aos outros; uma dedicação à obra de Deus; um amor mais intenso por Cristo, sua
Palavra, e pelos perdidos; e o recebimento de dons espirituais (Atos 1.4,8;
8.15-17).
As Assembléias de Deus crêem que quando o Espírito Santo é
derramado, ele enche o crente e fala em línguas estranhas como aconteceu com os
120 crentes no Cenáculo, no Dia de Pentecoste. Embora esta convicção
pentecostal seja distintiva, a Assembléia de Deus não a tem como mais importante
do que as outras doutrinas (Atos 2.4).
O seu Credo de Fé realça a salvação
pela fé no sacrifício vicário de Cristo, a atualidade do batismo no Espírito
Santo e dos dons espirituais e a bendita esperança na segunda vinda do Senhor
Jesus. Consciente de sua missão, a Assembléia de Deus não prevalece do fato de
ter, segundo dados do IBGE (Censo 2000), mais de oito milhões de membros.
Apesar de sua força e penetração social, optou por agir profética e
sacerdotalmente. Se por um lado, protesta contra as iniqüidades sociais, por
outro, não pode descuidar de suas responsabilidades intercessórias.Sua estrutura Administrativa

As igrejas Assembléias de Deus atuam em cada lugar sem estarem ligadas administrativamente à uma instituição nacional. A ligação nacional entre as igrejas é feita através dos seus pastores que são filiados à Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB), com sede no Rio de Janeiro.
Em cada
Estado os pastores estão ligados à convenções regionais ou a
ministérios. Essas convenções, em geral, credenciam evangelistas e pastores,
cuidam de assuntos da liderança e de direção das igrejas. Essas convenções
operam um tipo de liderança regional entre a igreja local e a Convenção Geral.
A CGADB é dirigida por uma Mesa
Diretora, eleita a cada dois anos numa Assembléia Geral. Para várias áreas de
atividades da Assembléia de Deus a CGADB tem um conselho ou uma comissão. Desta
forma, existem o Conselho Administrativo da Casa Publicadora (CPAD), o Conselho
de Educação e Cultura Religiosa, o Conselho de Doutrinas, o Conselho Fiscal, o
Conselho de Missões, a Secretaria Nacional de Missões (SENAMI), e a Escola de
Missões das Assembléias de Deus (EMAD). O Compromisso com a Proclamação da Palavra de Deus

Sendo uma comunidade de fé, serviço e adoração, a Assembléia de Deus não pode furtar-se às suas obrigações – proclamar o Evangelho de Cristo e promover espiritual, moral e socialmente o povo de Deus. Somente assim, estaremos nos firmando, definitivamente, como agência do Reino de Deus.
As Assembléias de Deus não são a única igreja. Deus está usando
muitos outros para alcançar o mundo para Ele. Nos cenários brasileiro e mundial
somos uma das muitas denominações comprometidas em conduzir crianças,
adolescentes, jovens e adultos a Cristo.
Nossa oração nas Assembléias de Deus é que sejamos usados por Deus
para ajudar os perdidos e propiciar um ambiente onde o Espírito Santo possa
realizar sua obra especial na vida dos que crêem.
Se você ainda não pertence à uma igreja, queremos lhe convidar a
adorar a Deus em Espírito e em verdade, numa de nossas igrejas (João 4.24).
História da Assembléia de Deus no Brasil
No
início do século XX, apesar da presença de imigrantes alemães e suíços de
origem protestante, e do valoroso trabalho de missionários de igrejas
evangélicas tradicionais; nosso país era, em sua maioria, católico.
A
origem das Assembléias de Deus no Brasil está no fogo do reavivamento que
varreu o mundo por volta de 1900, início do século XX, especialmente na América
do Norte.
Os
participantes desse reavivamento ficaram cheios do Espírito Santo da mesma
forma que os discípulos e os seguidores de Jesus durante a Festa Judaica do
Pentecoste, no início da Igreja Primitiva (Atos 2). Assim foram chamados de
"pentecostais".
Exatamente
como os crentes que estavam no Cenáculo, os precursores do reavivamento, do
século XX, falaram em línguas quando receberam o batismo no Espírito Santo.
Outras manifestações sobrenaturais tais como profecia, interpretação de
línguas, conversões e curas também aconteceram (At 2).
Quando
Daniel Berg e Gunnar Vingren chegaram a Belém do Pará, em 19 de novembro de
1910, ninguém poderia imaginar que aqueles dois jovens suecos estavam para
iniciar um movimento que alteraria profundamente o perfil religioso e até
social do Brasil por meio da pregação de Jesus Cristo como o único e suficiente
Salvador da Humanidade e a atualidade do Batismo no Espírito Santo e dos dons
espirituais.
As
igrejas existentes na época – Batista de Belém, Presbiteriana, Anglicana e
Metodista, ficaram bastante incomodadas com a nova doutrina dos missionários,
principalmente por causa de alguns irmãos que se mostravam abertos ao ensino
pentecostal. A irmã Celina de Albuquerque, na madrugada do dia 18 de junho de
1911, foi a primeira crente a receber o batismo no Espírito Santo, o que não
demorou a ocorrer também com outros irmãos. O clima ficou tenso naquela
comunidade, pois um número cada vez maior de membros curiosos visitava a
residência de Berg e Vingren, onde realizavam reuniões de oração. Resultado:
eles e mais dezenove irmãos acabaram sendo expulsos da Igreja Batista.
Convictos e resolvidos a organizar-se fundaram a Missão de Fé Apostólica, em 18
de junho de 1911, que mais tarde, em 1918, ficou conhecida como Assembléia de
Deus.
Em
poucas décadas, a Assembléia de Deus, a partir de Belém do Pará, onde nasceu,
começou a penetrar em todas as vilas e cidades até alcançar os grandes centros
urbanos como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre.
Em
virtude de seu fenomenal crescimento, os pentecostais começaram a fazer
diferença no cenário religioso brasileiro. De repente, o clero católico
despertou para uma possibilidade jamais imaginada: o Brasil poderia vir a
tornar-se, no futuro, uma nação protestante.
A
Assembléia de Deus é uma comunidade protestante, segundo os princípios da
Reformada Protestante pregada por Martinho Lutero, no século 16, contra a
Igreja Católica. Cremos que qualquer pessoa pode se dirigir diretamente a Deus
baseada na morte de Jesus, na cruz. Este é um relacionamento pessoal e
significativo com Jesus. Embora sejamos menos formais em nossa adoração a Deus
do que muitas denominações protestantes, a Assembléia de Deus se identifica com
eles na fundamentação bíblica-doutrinária, com exceção da doutrina pentecostal
(Hebreus 4.14-16; 6.20; Efésios 2.18).
A
Assembléia de Deus é uma igreja evangélica pentecostal que prima pela ortodoxia
doutrinária. Tendo a Bíblia como a sua única regra de fé e prática, acha-se
comprometida com a evangelização do Brasil e no mundo, conformando-se
plenamente com as reivindicações da Grande Comissão.
A
doutrina que distingue as Assembléias de Deus de outras igrejas; diz respeito
ao batismo no Espírito Santo. As Assembléias de Deus crêem que o batismo no
Espírito Santo concede aos crentes vários benefícios como estão registrados no
Novo Testamento. Estes incluem poder para testemunhar e servir aos outros; uma
dedicação à obra de Deus; um amor mais intenso por Cristo, sua Palavra, e pelos
perdidos; e o recebimento de dons espirituais (Atos 1.4,8; 8.15-17).
As
Assembléias de Deus crêem que quando o Espírito Santo é derramado, ele enche o
crente e fala em línguas estranhas como aconteceu com os 120 crentes no
Cenáculo, no Dia de Pentecoste. Embora esta convicção pentecostal seja
distintiva, a Assembléia de Deus não a tem como mais importante do que as
outras doutrinas (Atos 2.4).
O seu
Credo de Fé realça a salvação pela fé no sacrifício vicário de Cristo, a
atualidade do batismo no Espírito Santo e dos dons espirituais e a bendita
esperança na segunda vinda do Senhor Jesus. Consciente de sua missão, a
Assembléia de Deus não prevalece do fato de ter, segundo algumas estatísticas,
em torno de oito milhões de membros. Apesar de sua força e penetração social,
optou por agir profética e sacerdotalmente. Se por um lado, protesta contra as
iniqüidades sociais, por outro, não pode descurar de suas responsabilidades
intercessórias.
"A
Organização da Assembléia de Deus; Com um número reduzido de membros estavam
lançadas as bases do Movimento e as raízes se estenderiam por todo o solo
brasileiro com a denominação de Assembléia de Deus. Na mesma noite da expulsão,
ao chegarem a casa da irmã Celina, os irmãos resolveram passar a se congregar
alí, o que normalmente foi feito pelo espaço de mais ou menos três meses, com
cultos dirigidos pelo missionário Vingren e pelo irmão Plácido. Daniel Berg
pouco falava por ainda estar atrasado no aprendizado da língua.
Disso
tudo surgiu a necessidade de que o trabalho fosse organizado como igreja, o que
se deu a 18 de junho de 1911, quando por deliberação unânime, foi fundada a
Assembléia de Deus no Brasil, tendo em Daniel Berg e Gunnar Vingren os primeiros
orientadores.
O
termo Assembléia de Deus dado a denominação não tem uma origem definida entre
nós. entretanto, sugere-se estar ligado as Igrejas que na América do Norte
professam a mesma doutrina e recebem a designação de Assembléia de Deus ou
Igreja Pentecostal. Sobre a questão é aceitável o seguinte testemunho do irmão
Manoel Rodrigues. "Estou perfeitamente lembrado da primeira vez que se
tocou neste assunto. Tínhamos saído de um culto na Vila Coroa. Estávamos na
parada do bonde Bernal do Couto, canto com a Santa Casa de Misericórdia. O
irmão Vingrem perguntou-nos que nome deveria dar-se a Igreja, explicando que na
América do Norte usavam o termo Assembléia de Deus ou Igreja Pentecostal. Todos
os presentes concordaram em que deveria ser Assembléia de Deus. Em 11 de
Janeiro de 1968 a
denominação foi registrada oficialmente como pessoa jurídica com o nome de
Assembléia de Deus.
Desde
sua fundação esta Igreja teve os seguintes pastores: I - Gunnar Vingren - 1911 – 1924 - Organizada, a igreja aclamou seu
primeiro pastor na pessoa de Gunnar Vingren que permaneceu até 1924, quando
transferiu-se para o Rio de Janeiro. então capital do Brasil. Como auxiliar
direto, Daniel Berg ocupava-se da evangelização. Este servo de Deus evangelizou
Belém de casa em casa.Também na antiga Estrada de Ferro de Bragança fez o mesmo
trabalho. Quase 300 Km
de Belém a Bragança e ele fez a pé esta grande caminhada, levando a preciosa
semente de casa em casa, em todas as cidades vilas, povoados e aglomerados,
além das casas isoladas. Onde quer tivesse um morador, Daniel Berg deixou uma
palavra de salvação e uma porção bíblica - QUEM
ESTÁ DISPOSTO A FAZER ISTO HOJE?
Também
levou a mensagem inflamada do pentecostes a região das ilhas estabelecendo
igrejas em vários locais do Marajó. Outros auxiliares foram Adriano Nobre,
Bruno Skolimowisk (O PRIMEIRO ESTRANGEIRO A SER CONSAGRADO PASTOR) Samuel
Nystron, Nels Nelson, Almeida Sobrinho (primeiro editor pentecostal) que editou
dois números de A VOZ DA VERDADE.
Cada
crente era um missionário. Novos convertidos transformavam-se em embaixadores
do Rei. Gunnar Vingren os instruía e incentivava que levassem a Mensagem
Poderosa. Já em 1913 havia obreiros vocacionados, surgindo os primeiros
pastores nas pessoas de Absalão Piano e Izidoro Filho, Cristiano Melo (1915),
Adriano Nobre e tantos outros. Ainda em 1913 o irmão José de Matos foi levar a
mensagem pentecostal à Portugal, tornando-se o primeiro missionário do Brasil
no exterior."
CRONOLOGIA DA ESCOLA DOMINICALNo Mundo, no Brasil e nas Assembléias de Deus
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