RADIO GOSPEL NET

sábado, 8 de fevereiro de 2014

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Vasos que Deus usa.Ministrada em Lauro de Freita na Bahia na Igreja Maranata.

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Vasos que Deus usa.Ministrada em Lauro de Freita na Bahia na Igreja Maranata.

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Comentário:I Pedro

I Pedro

Comentário:
Esta bela carta foi escrita aos crentes da Ásia Menor, a fim de criar neles uma jubilosa esperança diante da perseguição que ameaçava cair sobre eles. Era intenção do apóstolo que esta carta circulasse entre os crentes de herança predominantemente gentia, em congregações localizadas nas províncias do Império Romano onde, provavelmente, o jugo imperial seria mais severo. A igreja não desconhecia a perseguição. Desde às primeiras perseguições no tempo de Estêvão e a dispersão que se seguiu, até à constante fustigação de que era alvo o apóstolo Paulo por onde quer que fosse, os crentes da igreja primitiva haviam experimentado na própria carne a fadiga e a tensão provocadas pelo antagonismo. E agora a ira do demente imperador Nero estava prestes a explodir em Roma, a expensas da igreja. Portanto, o apóstolo Pedro procurou preparar a igreja na Ásia Menor para o desastre iminente que se avizinhava nestas províncias orientais, onde a opressão se espalharia, sem dúvida, de sua origem em Roma. Inspirado de um espírito de pastor fiel e bispo das almas, o apóstolo Pedro envia esta carta pastoral para confirmar seu rebanho na esperança consoladora da vinda do Espírito Santo. Uma vez que estão arraigados em Cristo, devem abster-se dos desejos da carne. Caso se encontrem em uma sociedade hostil, seus sofrimentos por amor à justiça serão, em realidade, uma bênção.

Autor: Pedro 1:1
Esta carta de Pedro foi, provavelmente, enviada de Roma aos crentes da Ásia Menor, entre os anos 62 e 69 d.C. Existe uma extraordinária semelhança de pensamentos entre esta carta e a epístola de Paulo aos Romanos (ano 56 a 57 d.C.) e a epístola anônima aos Hebreus (provavelmente em derredor do ano 60 d.C.). Pode ser que o apóstolo Pedro possuisse ambas as cartas quando se encontrava em Roma.

-
Robert Paul Roth
Doutor em Filosofia e Letras


I Pedro

Comentário:
Esta bela carta foi escrita aos crentes da Ásia Menor, a fim de criar neles uma jubilosa esperança diante da perseguição que ameaçava cair sobre eles. Era intenção do apóstolo que esta carta circulasse entre os crentes de herança predominantemente gentia, em congregações localizadas nas províncias do Império Romano onde, provavelmente, o jugo imperial seria mais severo. A igreja não desconhecia a perseguição. Desde às primeiras perseguições no tempo de Estêvão e a dispersão que se seguiu, até à constante fustigação de que era alvo o apóstolo Paulo por onde quer que fosse, os crentes da igreja primitiva haviam experimentado na própria carne a fadiga e a tensão provocadas pelo antagonismo. E agora a ira do demente imperador Nero estava prestes a explodir em Roma, a expensas da igreja. Portanto, o apóstolo Pedro procurou preparar a igreja na Ásia Menor para o desastre iminente que se avizinhava nestas províncias orientais, onde a opressão se espalharia, sem dúvida, de sua origem em Roma. Inspirado de um espírito de pastor fiel e bispo das almas, o apóstolo Pedro envia esta carta pastoral para confirmar seu rebanho na esperança consoladora da vinda do Espírito Santo. Uma vez que estão arraigados em Cristo, devem abster-se dos desejos da carne. Caso se encontrem em uma sociedade hostil, seus sofrimentos por amor à justiça serão, em realidade, uma bênção.

Autor: Pedro 1:1
Esta carta de Pedro foi, provavelmente, enviada de Roma aos crentes da Ásia Menor, entre os anos 62 e 69 d.C. Existe uma extraordinária semelhança de pensamentos entre esta carta e a epístola de Paulo aos Romanos (ano 56 a 57 d.C.) e a epístola anônima aos Hebreus (provavelmente em derredor do ano 60 d.C.). Pode ser que o apóstolo Pedro possuisse ambas as cartas quando se encontrava em Roma.

-
Robert Paul Roth
Doutor em Filosofia e Letras

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Judaísmo

FUNDADOR:
Abraão (Gn 12.1-3), cerca de 2000 a.C. no Oriente Médio. Existem três ramos principais do Judaísmo: ortodoxo, conservador
e reformado, cada um com suas crenças.

ESCRITURAS:
O Tanach (Antigo Testamento), especialmente a Toráh (primeiros cinco livros do Antigo Testamento). O Talmude
(explicação do Tanach). As Escrituras dos sábios, tais como, Maimónides, Rashi etc.

DEUS:
Deus é Espírito. Para os judeus ortodoxos, Deus é pessoal, Todo Poderoso, Eterno, Misericordioso. Para outros judeus,
Deus é impessoal, incognoscível e definido de muitas maneiras. Não há Trindade.

JESUS:
Jesus é visto como um falso messias extremista ou como um bom rabi (mestre), que foi martirizado. Muitos judeus
desconsideram Jesus. Os judeus (exceto os judeus messiânicos) não crêem que ele foi o Messias, o Filho de Deus que
ressuscitou dentre os mortos. Os judeus ortodoxos crêem que o Messias vai restaurar o reino judaico e governará
finalmente o mundo.

ESPÍRITO SANTO:
Alguns judeus crêem que o Espírito Santo é um outro nome para a atividade de Deus na terra. Outros dizem que é o amor
de Deus.

SALVAÇÃO:
Alguns judeus crêem que a oração, o arrependimento e obediência a Lei são necessários para salvação. Outros crêem que
a salvação seja o aperfeiçoamento da sociedade.

MORTE:
Haverá ressurreição física. Os obedientes viverão para sempre com Deus e os injustos sofrerão. Alguns judeus não crêem
em vida consciente após a morte.

OUTRAS CARACTERÍSTICAS:
Reúnem-se nas sinagogas no sábado. Praticam a circuncisão. Vários dias santos e festivos, incluindo a Páscoa, Sukot,
Janucá, Rosh Roshaná, Yom Kippur, Purim. Jerusalém é considerada a cidade santa.

Judaísmo

FUNDADOR:
Abraão (Gn 12.1-3), cerca de 2000 a.C. no Oriente Médio. Existem três ramos principais do Judaísmo: ortodoxo, conservador
e reformado, cada um com suas crenças.

ESCRITURAS:
O Tanach (Antigo Testamento), especialmente a Toráh (primeiros cinco livros do Antigo Testamento). O Talmude
(explicação do Tanach). As Escrituras dos sábios, tais como, Maimónides, Rashi etc.

DEUS:
Deus é Espírito. Para os judeus ortodoxos, Deus é pessoal, Todo Poderoso, Eterno, Misericordioso. Para outros judeus,
Deus é impessoal, incognoscível e definido de muitas maneiras. Não há Trindade.

JESUS:
Jesus é visto como um falso messias extremista ou como um bom rabi (mestre), que foi martirizado. Muitos judeus
desconsideram Jesus. Os judeus (exceto os judeus messiânicos) não crêem que ele foi o Messias, o Filho de Deus que
ressuscitou dentre os mortos. Os judeus ortodoxos crêem que o Messias vai restaurar o reino judaico e governará
finalmente o mundo.

ESPÍRITO SANTO:
Alguns judeus crêem que o Espírito Santo é um outro nome para a atividade de Deus na terra. Outros dizem que é o amor
de Deus.

SALVAÇÃO:
Alguns judeus crêem que a oração, o arrependimento e obediência a Lei são necessários para salvação. Outros crêem que
a salvação seja o aperfeiçoamento da sociedade.

MORTE:
Haverá ressurreição física. Os obedientes viverão para sempre com Deus e os injustos sofrerão. Alguns judeus não crêem
em vida consciente após a morte.

OUTRAS CARACTERÍSTICAS:
Reúnem-se nas sinagogas no sábado. Praticam a circuncisão. Vários dias santos e festivos, incluindo a Páscoa, Sukot,
Janucá, Rosh Roshaná, Yom Kippur, Purim. Jerusalém é considerada a cidade santa.

Testemunhas de Jeová

FUNDADOR:
Charles Taze Russel (1852-1916), depois vieram Joseph F. Rutherford, Nathan Knorr e Fred Franzs. Começaram em
Pensilvânia, Estados Unidos em 1879. A sede se encontra no Brooklyn, Nova York, EUA.

ESCRITURAS:
A Bíblia (Tradução do Novo Mundo).Todas as publicações atuais da Torre de Vigia. As revistas: A Sentinela e Despertai!,
publicadas quinzenalmente.

DEUS:
Deus é uma pessoa, cujo nome exclusivo é Jeová. Não crêem na Trindade. Jesus foi o primeiro ser criado por Jeová.

JESUS:
Jesus é um deus. Antes de vir ao mundo, ele era o arcanjo Miguel. Jeová criou o universo por meio de Jesus. Quando
Jesus estava na Terra, ele foi um homem que viveu perfeitamente. Depois de haver morrido numa estaca (não numa cruz),
foi ressuscitado como espírito e seu corpo foi destruído. O homem Jesus não existe mais. Jesus não virá outra vez. Ele já
veio invisivelmente em 1914, em espírito. Em breve haverá a Batalha do Armagedon, quando todos os que não são
Testemunhas de Jeová perecerão.

ESPÍRITO SANTO:
É a força ativa invisível de Jeová. Não é pessoal.

SALVAÇÃO:
Ser batizado como Testemunha de Jeová. A maioria dos seguidores tem que ganhar a vida eterna na Terra, trabalhando de
casa em casa. A salvação no céu está limitada aos 144 mil ungidos.

MORTE:
Os 144 mil viverão no céu como seres espirituais. O remanescente dos justos, a grande multidão viverá na Terra e
obedecerá a Deus perfeitamente por 1000 anos. Depois, deverão suportar a prova final, quando Satanás for solto do poço
do abismo.

OUTRAS CRENÇAS:
Reúnem-se aos domingos nos Salões do Reino. Os membros ativos são instruídos a distribuir literatura de casa em casa.
Uma vez por ano celebram a Refeição Noturna. Só os ungidos podem participar. Não comemoram feriados nem
aniversários. Não saúdam a bandeira, não prestam serviço militar, não aceitam transfusões de sangue. Crêem que a
guerra do Armagedon em breve ocorrerá.

Testemunhas de Jeová

FUNDADOR:
Charles Taze Russel (1852-1916), depois vieram Joseph F. Rutherford, Nathan Knorr e Fred Franzs. Começaram em
Pensilvânia, Estados Unidos em 1879. A sede se encontra no Brooklyn, Nova York, EUA.

ESCRITURAS:
A Bíblia (Tradução do Novo Mundo).Todas as publicações atuais da Torre de Vigia. As revistas: A Sentinela e Despertai!,
publicadas quinzenalmente.

DEUS:
Deus é uma pessoa, cujo nome exclusivo é Jeová. Não crêem na Trindade. Jesus foi o primeiro ser criado por Jeová.

JESUS:
Jesus é um deus. Antes de vir ao mundo, ele era o arcanjo Miguel. Jeová criou o universo por meio de Jesus. Quando
Jesus estava na Terra, ele foi um homem que viveu perfeitamente. Depois de haver morrido numa estaca (não numa cruz),
foi ressuscitado como espírito e seu corpo foi destruído. O homem Jesus não existe mais. Jesus não virá outra vez. Ele já
veio invisivelmente em 1914, em espírito. Em breve haverá a Batalha do Armagedon, quando todos os que não são
Testemunhas de Jeová perecerão.

ESPÍRITO SANTO:
É a força ativa invisível de Jeová. Não é pessoal.

SALVAÇÃO:
Ser batizado como Testemunha de Jeová. A maioria dos seguidores tem que ganhar a vida eterna na Terra, trabalhando de
casa em casa. A salvação no céu está limitada aos 144 mil ungidos.

MORTE:
Os 144 mil viverão no céu como seres espirituais. O remanescente dos justos, a grande multidão viverá na Terra e
obedecerá a Deus perfeitamente por 1000 anos. Depois, deverão suportar a prova final, quando Satanás for solto do poço
do abismo.

OUTRAS CRENÇAS:
Reúnem-se aos domingos nos Salões do Reino. Os membros ativos são instruídos a distribuir literatura de casa em casa.
Uma vez por ano celebram a Refeição Noturna. Só os ungidos podem participar. Não comemoram feriados nem
aniversários. Não saúdam a bandeira, não prestam serviço militar, não aceitam transfusões de sangue. Crêem que a
guerra do Armagedon em breve ocorrerá.

Testemunhas de Jeová

FUNDADOR:
Charles Taze Russel (1852-1916), depois vieram Joseph F. Rutherford, Nathan Knorr e Fred Franzs. Começaram em
Pensilvânia, Estados Unidos em 1879. A sede se encontra no Brooklyn, Nova York, EUA.

ESCRITURAS:
A Bíblia (Tradução do Novo Mundo).Todas as publicações atuais da Torre de Vigia. As revistas: A Sentinela e Despertai!,
publicadas quinzenalmente.

DEUS:
Deus é uma pessoa, cujo nome exclusivo é Jeová. Não crêem na Trindade. Jesus foi o primeiro ser criado por Jeová.

JESUS:
Jesus é um deus. Antes de vir ao mundo, ele era o arcanjo Miguel. Jeová criou o universo por meio de Jesus. Quando
Jesus estava na Terra, ele foi um homem que viveu perfeitamente. Depois de haver morrido numa estaca (não numa cruz),
foi ressuscitado como espírito e seu corpo foi destruído. O homem Jesus não existe mais. Jesus não virá outra vez. Ele já
veio invisivelmente em 1914, em espírito. Em breve haverá a Batalha do Armagedon, quando todos os que não são
Testemunhas de Jeová perecerão.

ESPÍRITO SANTO:
É a força ativa invisível de Jeová. Não é pessoal.

SALVAÇÃO:
Ser batizado como Testemunha de Jeová. A maioria dos seguidores tem que ganhar a vida eterna na Terra, trabalhando de
casa em casa. A salvação no céu está limitada aos 144 mil ungidos.

MORTE:
Os 144 mil viverão no céu como seres espirituais. O remanescente dos justos, a grande multidão viverá na Terra e
obedecerá a Deus perfeitamente por 1000 anos. Depois, deverão suportar a prova final, quando Satanás for solto do poço
do abismo.

OUTRAS CRENÇAS:
Reúnem-se aos domingos nos Salões do Reino. Os membros ativos são instruídos a distribuir literatura de casa em casa.
Uma vez por ano celebram a Refeição Noturna. Só os ungidos podem participar. Não comemoram feriados nem
aniversários. Não saúdam a bandeira, não prestam serviço militar, não aceitam transfusões de sangue. Crêem que a
guerra do Armagedon em breve ocorrerá.

Testemunhas de Jeová

FUNDADOR:
Charles Taze Russel (1852-1916), depois vieram Joseph F. Rutherford, Nathan Knorr e Fred Franzs. Começaram em
Pensilvânia, Estados Unidos em 1879. A sede se encontra no Brooklyn, Nova York, EUA.

ESCRITURAS:
A Bíblia (Tradução do Novo Mundo).Todas as publicações atuais da Torre de Vigia. As revistas: A Sentinela e Despertai!,
publicadas quinzenalmente.

DEUS:
Deus é uma pessoa, cujo nome exclusivo é Jeová. Não crêem na Trindade. Jesus foi o primeiro ser criado por Jeová.

JESUS:
Jesus é um deus. Antes de vir ao mundo, ele era o arcanjo Miguel. Jeová criou o universo por meio de Jesus. Quando
Jesus estava na Terra, ele foi um homem que viveu perfeitamente. Depois de haver morrido numa estaca (não numa cruz),
foi ressuscitado como espírito e seu corpo foi destruído. O homem Jesus não existe mais. Jesus não virá outra vez. Ele já
veio invisivelmente em 1914, em espírito. Em breve haverá a Batalha do Armagedon, quando todos os que não são
Testemunhas de Jeová perecerão.

ESPÍRITO SANTO:
É a força ativa invisível de Jeová. Não é pessoal.

SALVAÇÃO:
Ser batizado como Testemunha de Jeová. A maioria dos seguidores tem que ganhar a vida eterna na Terra, trabalhando de
casa em casa. A salvação no céu está limitada aos 144 mil ungidos.

MORTE:
Os 144 mil viverão no céu como seres espirituais. O remanescente dos justos, a grande multidão viverá na Terra e
obedecerá a Deus perfeitamente por 1000 anos. Depois, deverão suportar a prova final, quando Satanás for solto do poço
do abismo.

OUTRAS CRENÇAS:
Reúnem-se aos domingos nos Salões do Reino. Os membros ativos são instruídos a distribuir literatura de casa em casa.
Uma vez por ano celebram a Refeição Noturna. Só os ungidos podem participar. Não comemoram feriados nem
aniversários. Não saúdam a bandeira, não prestam serviço militar, não aceitam transfusões de sangue. Crêem que a
guerra do Armagedon em breve ocorrerá.

Hinduísmo

FUNDADOR:
Não há um só fundador. Existem muitas seitas. Seus fundamentos abrangem um período que vai de 1800 a 1000 a.C, na
Índia, tendo influência da religião Bramânica.

ESCRITURAS:
Muitas escrituras, incluindo o Bhagavad-Gita (antigo), o Upanishads (mais antigo) e os Vedas (os mais antigos, por volta de
1000 a.C.).

DEUS:
Tudo é Deus (Panteista). Todos somos parte de Deus (Brama). As pessoas adoram manifestações de Brahma (deuses e
deusas). As pessoas são deuses, mas não sabem.

JESUS:
Jesus Cristo é um mestre, um guru, o avatar (uma encarnação de Vishnu). Ele é um filho de Deus assim como são os
outros. Sua morte não expia pecados e não ressuscitou dentre os mortos.

ESPÍRITO SANTO:
O Espírito Santo não faz parte desta crença.

SALVAÇÃO:
Libertação do ciclo de reencarnação. Recebida através de ioga e meditação. Pode-se ter muitas vidas. A salvação final é
uma união com Brama.

MORTE:
A reencarnação a um estado melhor (Carma bom) se a pessoa se portou bem. Se portou-se mal, pode voltar a nascer e
pagar por seus pecados passados sofrendo ( Carma mau).

OUTRAS CARACTERÍSTICAS:
Alguns discípulos usam túnicas alaranjadas e têm a cabeça raspada. Muitos hindus adoram ídolos de pedra e madeira em
seus templos.Os gurus exigem obediência total. Os discípulos meditam numa palavra, frase ou fotografia. A ioga inclui
meditação, cantar, postura, exercícios de respiração. Fundação da Nova Era e Meditação Transcendental.

Mormonismo

FUNDADOR:
Joseph Smith Jr (1805-1844), fundou a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (SUD) em 1830, em Nova York,
nos Estados Unidos da América. A sede dos Santos dos Últimos Dias se encontra em Salt Lake City, Utah. EUA.

ESCRITURAS:
O Livro de Mórmon, Doutrinas e Convênios, A Pérola de Grande Valor e a Bíblia .

DEUS:
Deus Pai existiu como homem para chegar a ser Deus. Teve corpo físico, assim como também uma esposa (mãe
celestial). Não há trindade. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são três deuses separados. Os homens dignos podem um dia
chegar a ser deuses também.

JESUS:
Jesus é um Deus separado do Pai (Elohim). Ele foi criado como um filho espiritual pelo Pai e mãe no céu. É o irmão mais
velho de todos os homens e seres espirituais. Seu corpo foi criado através da união sexual entre Elohim e Maria. Jesus foi
casado. Sua morte na cruz não proveu a expiação completa por todos os pecados, mas propiciou a ressurreição para
todos.

ESPÍRITO SANTO:
É um Deus separado do Pai e do Filho.
O Espírito Santo é uma substância líquida pela qual o pai exerce sua influência.

SALVAÇÃO:
Ressuscitados pela graça, mas salvos (exaltados à divindade) pelas obras, incluindo lealdade aos líderes, batismo por
imersão, dizimar, ordenanças, matrimonio e cerimônias secretas no templo. Só há vida eterna para aquele que for da igreja
Mórmon.

MORTE:
Finalmente quase todos irão a um dos três reinos celestiais separados, alguns obtendo a divindade. Os apóstatas e os
assassinos irão para o reino das trevas.

OUTRAS CARACTERÍSTICAS:
O adepto do Mormonismo não pode beber álcool, tabaco, café ou chá. Batismo em nome dos mortos. Trabalho missionário
gratuito. Visitas de casa em casa. Cerimônias secretas no templo somente para membros de boa reputação. Rede social
muito extensa. As pessoas negras não tiveram acesso ao sacerdócio Mórmon e outros privilégios até 1978. Depois dessa
data, não há mais restrição ao sacerdócio de pessoas negras

Breve estudo sobre o budismo.

FUNDADOR:
Buda (Sidharta Gautama). Fundado em 525 a.C, na Índia. Ramo do Hinduísmo.

ESCRITURAS:
O Tupitaka (Os três cestos).

DEUS:
O Budismo de um modo geral, é ateísta. Muitos budistas não crêem num Deus e nem num Ser Supremo. Outros acreditam
que Buda seja um iluminado universal com um estado de consciência semelhante a de Deus.

JESUS:
Jesus Cristo é indiferente para o Budismo. Os budistas do Ocidente geralmente vêem Jesus como um homem iluminado.

ESPÍRITO SANTO:
O Espírito Santo não faz parte desta crença.

SALVAÇÃO:
O objetivo da vida é o Nirvana, para eliminar todos os desejos e evitar o sofrimento. O caminho Óctuplo é um sistema para
impedir que os budistas desejem qualquer coisa.

MORTE:
As pessoas não têm alma e espírito. Os desejos e sentimentos de uma pessoa podem ser reencarnados em outra
pessoa. Não há céu nem inferno. Há o Nirvana (libertação final).

OUTRAS CARACTERÍSTICAS:
O caminho óctuplo recomenda: conhecimento correto, intenção, fala, conduta, esforços corretos, cuidado e meditação.
Alguns grupos budistas falam acerca de um Buda eterno (força de vida). Alguns ramos budistas incluem: Zen, Nichiren
Shoshu e Budismo Tibetano (ocultista)

Estudo sobre o Islaminsmo.

PROFETA:
Maomé (579-632 d.C). Surgiu por volta de 610 d.C, em Meca e Medina. A sede se encontra em Meca, na Arábia Saudita. As
divisões principais: Sunitas e Xiitas.

ESCRITURAS:
Alcorão, escrito em árabe. El Hadith (as palavras e obras de Maomé). A Lei de Moisés, os Salmos e os Evangelhos são
aceitos pelo Alcorão. Os muçulmanos, entretanto, os consideram adulterados.

DEUS:
Alá é Deus . Ele revelou o Alcorão a Maomé por intermédio do anjo Gabriel. Alá é um juiz severo e não é representado como
amoroso.

JESUS:
Jesus é um dos 124 mil profetas enviados por Deus a diferentes culturas. Abraão, Moisés e Maomé são alguns.Jesus
nasceu de uma virgem, mas não é o Filho de Deus sem pecado. Não é Deus. Não foi crucificado (ascendeu ao céu sem
ser morto) É conhecido como Messias e Ayatollah (Ayat Allah, sinal de Alá). Jesus regressará no futuro para viver e morrer.

ESPÍRITO SANTO:
O Alcorão se refere a Jesus como o Espírito de Deus. Os eruditos muçulmanos vêem o anjo Gabriel como o Espírito Santo.

SALVAÇÃO:
Os homens são basicamente bons, mas falíveis e precisam de direção. O equilíbrio entre as boas obras e as más
determinam o destino eterno: paraíso ou inferno.

MORTE:
Admite a ressurreição dos corpos. Haverá um dia final para julgar e recompensar. O paraíso eterno para aqueles que
creram no Islamismo, o inferno para os infiéis que não aceitaram o Islamismo.

OUTRAS CARACTERÍSTICAS:
Os adeptos são chamados Muçulmanos. Vão às mesquitas (templos) para orar, ouvir sermões e conselhos. Esforço santo
para expandir o Islamismo (Jihad). Cinco pilares do Islamismo: confessar que Alá é o único Deus verdadeiro e Maomé o
seu profeta, orar cinco vezes ao dia voltado para Meca, dar esmolas, jejuar durante o mês de Ramadã e fazer uma
peregrinação a Meca (ao menos uma vez na vida).

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

quarta-feira, 31 de julho de 2013

AS DEZ PRAGAS

 Estas terríveis pragas tiveram por fim levar Faraó (Faraó, era o título dado ao monarca do Egito) a reconhecer e a confessar que o Deus dos hebreus era supremo, estando o seu poder acima da nação mais poderosa que era então o Egito (Ex 9.16; 1Sm 4.8) cujos habitantes deveriam ser julgados pela sua crueldade e grosseira idolatria.

1 - Águas em Sangue:  Os egípcios tributavam honras divinas ao rio Nilo, e reverenciavam-no como o primeiro dos seus deuses. Diziam que ele era o rival do céu, visto como regava a terra sem o auxílio de nuvens e de chuva. O fato de se tornar em sangue a água do sagrado rio, durante sete dias, era uma calamidade, que foi causa de consternação e terror.  (Ex 7.14...)
2- A praga das rãs:
  
Na praga das rãs foi o próprio rio sagrado um ativo instrumento de castigo, juntamente com outros dos seus deuses. A rã era um animal consagrado ao Sol, sendo considerada um emblema de divina inspiração nas suas intumescências. O repentino desaparecimento da praga foi uma prova tão forte do poder de Deus, como o seu aparecimento. (Ex 8.1...)

3- Piolhos:
  A praga dos piolhos foi particularmente uma coisa horrorosa para o povo egípcio, tão escrupulosamente asseado e limpo. Dum  modo especial os sacerdotes rapavam o pelo de todo o corpo de três em três dias, a fim de que nenhum parasitos pudessem achar-se neles, enquanto serviam os seus deuses. Esta praga abalou os próprios magos, pois que, em conseqüência da pequenez desses insetos, eles não podiam produzi-los pela ligeireza de mãos, sendo obrigados a confessar que estava ali o "dedo de Deus" (Ex 8.19).

4- Moscas:
  As três primeiras pragas sofrem-nas os egípcios juntamente com os israelitas, mas por ocasião da separou Deus o povo que tinha escolhido (Ex 8.20-23). Este milagre seria, em parte, contra os sagrados escaravelhos, adorados no Egito.

5- Peste no gado:
  A quinta praga se declarou no dia seguinte, em conformidade com a determinação divina      (Ex 9.1). Outra vez é feita uma distinção entre os egípcios e os seus cativos. O gado dos primeiros é inteiramente destruído, escapando à mortandade o dos israelitas. Este milagre foi diretamente operado pela mão de Deus, sem a intervenção de Arão, embora Moisés fosse mandado a Faraó com o usual aviso.

6- Úlceras e tumores:
  (Ex 9.8) A sexta praga mostra que, da parte de Deus, tinha aumentado a severidade contra um monarca obstinado, de coração pérfido. E aparecia agora também Moisés como executor das ordens divinas; com efeito, tendo ele arremessado no ar, na presença de Faraó, uma mão cheia de cinzas, caiu uma praga de úlceras sobre o povo. Foi um ato significativo. A dispersão de cinzas devia recorda aos egípcios o que eles costumavam fazer no sacrifício de vítimas humanas, concorrendo o ar, que era também uma divindade egípcia, para disseminar a doença.

7- A Saraiva:
  
(Ex 9.22) Houve, com certeza. algum intervalo entre esta e a do nº 6, porque os egípcios tiveram tempo de ir buscar mais gado à terra de Gósen, onde estavam os israelitas. É também evidente que os egípcios tinham por esta ocasião um salutar temor de Deus de Israel, e a tempo precaveram-se contra a terrível praga dos trovões e da saraiva. (Ex 9.20).

8- Os gafanhotos:
  Esta praga atacou o reino vegetal. Foi um castigo mais terrível que os outros, porque a alimentação do povo constava quase inteiramente de vegetais. Nesta ocasião os conselheiros de Faraó pediram com instância ao rei que se conformasse com o desejo dos mensageiros de Deus, fazendo-lhes ver que o país já tinha sofrido demasiadamente (Ex 10.7). Faraó cedeu até certo ponto, permitindo que somente saíssem do Egito os homens; mas mesmo isto foi feito com tão má vontade que mandou sair da sua presença a Moisés e Arão (Ex 10.7-11). Foi então que uma vez mais estendeu Moisés o seu braço à ordem de Deus, cobrindo-se a terra de gafanhotos, destruidores de toda a vegetação que tinha escapado da praga da saraiva. Outra vez prometeu o monarca que deixaria sair os israelitas, mas sendo a praga removida, não cumpriu a sua palavra.

9- Três dias de escuridão:
  A praga das trevas mostraria a falta de poder do deus do sol, ao qual os egípcios prestavam culto. Caiu intempestivamente a nova praga sobre os egípcios, havendo uma horrorosa escuridão sobre a terra durante 3 dias (Ex 10.21). Mas, os israelitas tinham luz nas suas habitações. Faraó já consentia que todo o povo deixasse o Egito, devendo contudo, ficar o gado. Moisés, porém rejeitou tal solução. Sendo dessa forma a cegueira do rei, anunciou a última e a mais terrível praga que seria a destruição dos primogênitos do Egito (Ex 10.24-11.8). Afastou-se Moisés irritado da presença de Faraó cujo coração estava ainda endurecido (Ex 11.9,10).

10- A morte dos primogênitos:
   Foi esta a última e decisiva praga (Ex 11.1). E foi, também, a mais claramente infligida pela direta ação de Deus, não só porque não teve relação alguma com qualquer fenômeno natural, mas também porque ocorreu sem a intervenção de qualquer agência conhecida. Mesmo as famílias, onde não havia crianças, foram afligidas com a morte dos primogênitos dos animais. Os israelitas foram protegidos, ficando livres da ação do anjo exterminador, pela obediência às especiais disposições divinas.

40 ANOS NO DESERTO

As peregrinações que os filhos de Israel realizaram, marchando desde o Egito até à terra de Canaã, foram uma escola importante para sua instrução.

Foi em Ramessés que principiou a marcha dos israelitas. O caminho direto deste lugar para Canaã teria sido pela terra dos filisteus, ao norte dos lagos Amargos, e ao longo da orla setentrional do deserto de Sur. Todavia, essa direção foi-lhes proibida (Ex 13.17,18); e por isso, depois de por certo tempo tomarem o rumo oriental, prosseguiram para o sul, exultando certamente com isso o Faraó, porque julgava assim em seu poder.
Acamparam a primeira noite em Sucote, que não devia ter sido longe de Ramessés. Pela segunda tarde chegaram à orla do deserto, em Etã. Provavelmente agora deviam ter seguido para o Oriente, mas foi-lhes ordenado que "retrocedam e que acampem defronte de Pi-Hairote, entre Migdol e o mar, diante de Baat-Zefom" (Ex 14.2); era um estreito desfiladeiro, perto da costa ocidental do Golfo, entre os montes que guarnecem o mar e uma pequena baia ao sul. Ficavam deste modo "desorientados na terra".
Esse movimento teve o efeito  de atrair o Faraó, para junto deles; e o desígnio de alterar desta forma a linha da sua marcha foi revelada a Moisés (Ex 14.17). Os egípcios aproximaram-se dos israelitas quando estes estavam acampados diante do braço ocidental do mar Vermelho. Como, quer na extensão, quer na profundidade do golfo de Suez, se operou uma notável mudança  no decorrer destes últimos trezentos anos, em virtude duma grande acumulação de areia, é por esta razão impossível determinar o lugar onde os israelitas atravessaram. Eles passaram pelo mar  em seco para o lado oriental, perto do sítio agora chamado Ayun Musa (poços de Moisés), principiando aqui o deserto de Sur (Ex 15.22), ou o deserto de Etã (Nm 33.8). Estas duas expressões de aplicam à parte superior do deserto; este deserto estende-se desde o Egito até à praia oriental do mar Vermelho, e alarga-se para o Norte até à Palestina.

O caminho que os israelitas tomaram é uma larga vereda pedregosa, entre as montanhas e a costa, na qual correm no inverno vários ribeiros, que nascem nos montes. Nesta ocasião tudo devia estar seco. O lugar onde primeiramente estacionaram foi Mara (amargo), onde foi operado o  milagre de se tornar doce a água amarga (Ex 15.23-25). O sítio onde isto aconteceu é, provavelmente, Ain Hawara, perto do riacho, chamado Wady Amarah, que tem a mesma significação de Mara.
A seguinte estação foi Elim, "onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras" (Ex 15.27); este sítio fixado por Niebhr e Burckhardt no vale onde corre  Ghurundel, que é a maior de todas as correntes, no lado ocidental da península. Este vale contém agora tamareiras, tamargueiras, e acácias de diferentes espécies. Obtém-se aqui água em abundância, cavando poços; há, também, uma copiosa nascente, com um pequeno regato.
Chegaram depois os israelitas ao deserto de Sim, "entre Elim e Sinai" (Ex 16.1), no sopé da escarpada cumeeira de et-Tih,  um nome que significa "divagação"; é "um deserto medonho, quase inteiramente destituído de vegetação". Foi logo depois de terem entrado neste deserto que os israelitas obtiveram miraculosa provisão de codornizes e de maná. Os estudiosos supõe que eles tomaram em seguida a direção do sueste, marchando para a cordilheira do Sinai. Neste caso, a sua passagem teria sido pelo extenso vale, a que os árabes chamamWady Feiran. Passaram depois por Dofca e Alus. O vale Feiran é o sítio mais fértil de toda a região; e é aqui que devemos procurar Refidim, onde pela primeira vez foram atacados (Ex 17.8-13). Jetro, sogro de Moisés, também o visitou em Refidim; e pelo seu conselho foram nomeados juízes para ajudar o chefe israelita na ação judicial (Ex 18). E aqui, entre elevados picos, estava a rocha que, por mandado de Deus, foi ferida por Moisés, saindo dela depois abundância de água.
Em seguida fizeram seu acampamento no ermo do Sinai, onde o Todo-Poderoso revelou à multidão a Sua vontade por meio de Moisés; foi dado o Decálogo (dez mandamentos) ao homem, e foi estabelecido o Pacto (Ex 20.1-17; 24.7,8). Neste deserto também se deu o caso do culto prestado ao bezerro de ouro, e a enumeração do povo, e a construção do Tabernáculo; além disso, Arão e seus filhos foram consagrados, celebrou-se a segunda Páscoa, e morreram Nadabe e Abiú por terem oferecido fogo estranho ao Senhor.
O monte, onde a Lei foi dada, chama-se Horebe no Deuteronômio, e Sinai nos outros livros do Pentateuco (5 livros: Gn, Ex, Lv, Nm e Dt). Provavelmente o primeiro nome designa todo o território, e o outro simplesmente a montanha, onde foi revelada a Lei.

Permaneceram os israelitas no deserto do Sinai um ano  aproximadamente, aparecendo de novo o sinal para a partida. Desde então as suas marchas e acampamentos foram sempre dirigidos pelo Senhor. Uma nuvem, que manifestava a Sua presença, cobria o tabernáculo de dia, e à tarde estava sobre o tabernáculo uma aparência de fogo até à manhã" (Nm 9.15). O levantar da nuvem era sinal de avançar, caminhando eles após ela; e, quando parava a nuvem sobre o tabernáculo, queria isso dizer que deviam acampar de novo. As suposições, são que eles passaram para o norte, ao longo do Wady esh-Sheikh, entrando numa grande planície chamada el-Hadharah, na qual estava Taberá, nome que significa "incêndio", e que lhe foi dado em virtude de ser ali destruído pelo fogo, que caiu do céu, num certo número de israelitas insurgentes (Nm 11.1-3).
A estação seguinte foi Quibrote-Taavá, ou os "sepulcros da concupiscência" (Nm 11.34; 33.16). De Quibrote marcharam para Hazerote onde ocorreu a sedição de Miriã e Arão (Nm 12). As estações nesta parte do deserto foram Ritmá, Rimom-Perez, Libna e Cades-Barneia, sendo alcançado provavelmente este último lugar pelo mês de junho mais ou menos.

Quando se aproximava da Terra Prometida, foram mandados alguns espias (espiões) para a examinarem; mas, quando voltaram, as suas informações foram de tal modo aterrorizadores que o povo se revoltou; e por esta razão os hebreus tiveram de errar no deserto pelo espaço de quarenta anos. Saindo os israelitas de Cades-Barneia, depois da sua segunda visita, em que houve a provocação ao Senhor nas águas de Meribá, vieram eles até ao monte de Hor, perto de Petra, onde morreu Arão.

Esse monte, verdadeiro trono de desolação, consta de quebradas, de ruínas e de escuras profundidades. Os árabes chamam-lhe Jebel Neby Hayran, que quer dizer: o "monte do profeta Arão"; e ainda hoje, quando uma caravana oriental avista seu cume, sacrifica um cordeiro em memória daquele grande sacerdote. Passando pelo Wadi Arabah (provavelmente o "deserto de Zin") para Eziom-Geber (da segunda vez) e Elate, o povo chegou ao golfo oriental do mar Vermelho, e voltou para o norte pelo deserto oriental da Arábia. Neste lugar existe um grande desfiladeiro, vindo do nordeste através das montanhas, constituindo a principal passagem no Wadi Arabá para o deserto. A ascensão dos israelitas foi, sem dúvida por esta estreita passagem, quando de desviaram do mar Vermelho, e voltaram aos territórios de Edom. Nesta ocasião o povo estava muito desanimado por causa do caminho, e murmurou conta Deus e contra Moisés. As suas murmurações foram castigadas, aparecendo entre eles umas serpentes ardentes, cujas mordeduras produziam a morte; mas, por mandado do Senhor, foi levantada uma serpente de bronze, sendo curados os que para ela olhavam com fé. Prosseguiram  depois a sua viagem pelas faldas orientais das montanhas de Seir.

Os edomitas que primeiramente lhes haviam recusado a passagem pela sua terra, agora consentiam, fornecendo-lhes também alimentos para o seu caminho (Dt 2.3-6). Nada se sabe  das suas passagens até que chegaram a Zerede, um pequeno ribeiro que corre pelas montanhas até à extremidade ocidental do mar Morto. E partindo daquele Sítio "acamparam-se na outra margem de Arnom, que... é o termo de Moabe, entre Moabre e os Amorreus" (Nm 21.13). E dali se dirigiram para Beer, ou Beer-Elim, o poço dos nobres do povo, onde vendo que estavam quase chegados ao fim do deserto, e na perspectiva duma rápida entrada na Terra Prometida, entoaram o "cântico do poço" (Nm 21.17,18).

Os israelitas, após este acontecimento, desbarataram o seu terrível inimigo Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom, e cujos territórios se estendiam ao longo das praias do mar Morto, e pelo vale oriental do Jordão até ao rio Jaboque. Saindo vitoriosos na guerra contra Ogue, que ganhara os territórios ao oriente do mar da Galiléia, os israelitas apoderaram-se da parte oriental do vale do Jordão. Estas terras conquistadas, sendo boas para pastagens, foram cedidas às tribos de rúben e Gade, e à meia tribo de Manassés, que tinha muito gado; mas foi com a condição de auxiliarem as outras tribos na sua conquista de Canaã, ao ocidente do Jordão (Nm 32; Dt 3.8-20; Js 1.12-18). E por este motivo a seguinte estação foi chamada Dibom-gade, para distinguir de outra Dibom pertencente aos rubenitas (Js 13.17). As ruínas desta povoação, com o nome de Dibom, vêem-se cerca de seis quilômetros ao norte do rio Arnom. Deste lugar caminharam para Almom-Diblatain ou Diblataim, de onde seguiram para as serras de Abarim, em frente do monte Nebo. Finalmente acamparam perto do Jordão, desde Bete-Jesimote até Bete-Sitim, em frente de Jericó (Nm 33.49).

E assim terminou uma jornada de quarenta anos, atravessando principalmente lugares desertos, viagem que podia ter-s efetuado nalgumas semanas. 

Evangelizando o Amazonas.












terça-feira, 25 de junho de 2013

Daniel Berg


Daniel Berg

Introdução
Daniel Berg nasceu em Vargon, na Suécia, num lar genuinamente cristão. Logo aos 17 anos, fez sua primeira viagem para os Estados Unidos, em 1902; isto porque a Suécia passava por uma crise financeira muito séria. Ao final de oito anos voltou de passagem à Suécia.

Nesta ocasião ao visitar a casa de seu melhor amigo, soube que ele era agora um pregador do Evangelho numa cidade próxima. Ao visitá-lo, em sua igreja, ouviu pela primeira vez sobre o batismo no Espírito Santo. Depois do culto, conversaram bastante sobre esta doutrina o que fez com que Daniel Berg saísse dalí convicto, e buscando o seu batismo no Espírito Santo. Ainda no caminho de volta para a América ele recebeu o bastismo e decidiu-se definitivamente em dedicar sua vida ao Senhor.
Sua Chamada
Durante uma conferência em Chicago, ele conheceu seu futuro companheiro nas missões, o sueco Gunnar Vingren, que estava recém formado num Instituto Bíblico e desejoso de ser um missionário. Ambos, cheios do poder pentecostal, passaram a buscar do Senhor o seu direcionamento para suas vidas. Certo dia, o dono da casa que Gunnar Vingren morava teve um sonho e tinha visto o nome Pará e foi-lhe revelado que seria uma orientação para aqueles jovens. Logo descobriram que Deus os chamava para o Brasil. Apesar do pouco entusiasmo da igreja, e de nenhuma promessa de ajuda financeira, ambos foram separados para serem missionários no Brasil, cheios de convicção da parte de Deus.
A última e grande confirmação da parte de Deus, foi quando o Senhor pediu a Vingren que desse 90 dólares, exatamente o valor que eles tinham para a viagem, para um jornal pentecostal. Eles, em obediência, o fizeram. Porém, extraordinariamente o Senhor os devolveu o exato montante, usando um irmão em outra cidade, que foi revelado por Deus para tal. Berg e Vingren partiram para o Brasil no dia 5 de Novembro de 1910. Durante a viagem, eles já puderam experimentar um pouquinho o que seria o seu campo, e alí mesmo se converteu a primeira alma para Jesus, desde que eles foram separados como missionários. Então, no dia 19 do mesmo mês chegaram à cidade de Belém do Pará.
Sua Chegada ao Brasil
Sua primeira hospedagem foi no porão de uma Igreja Batista, cujo pastor era americano. Logo começaram a dirigir cultos, para ajudar aquele pastor, e sempre que sentiam de falar sobre a manifestação do Espírito Santo para aqueles dias, o faziam sem constrangimento. Mesmo sendo um assunto novo para aqueles irmãos, eles se interessavam cada vez mais, o que decorreu no grande aumento da assiduidade nos cultos e constantes visitas aos missionários. Enquanto isso, Berg começou a trabalhar na fundição, para sustentá-los, enquanto Vingren estudava português para ensiná-lo à noite.
Primeira Assembléia de Deus
A pobreza e principalmente a doença era uma constante naquele lugar, sobretudo a lepra e a febre amarela. Com isso, os irmãos frequentavam cada ves mais o porão onde viviam Berg e Vigren, à busca de oração e conhecimento da Palavra. Alí o Senhor começou a batizar com o Espírito Santo e curar muitos enfermos. Num daqueles cultos improvisados, entrou de surpresa o pastor da igreja, que foi cordialmente convidado a participar do culto. Recusando o convite, passou a declarar uma série de acusações com relação às falsas doutrinas ensinadas pelos missionários, esperava contar com o apoio dos que ali estavam, mais pelo contrário, um diácono, dos membros mais antigos, se levantou e defendeu com testemunhos reais de que o batismo no Espírito Santo e a cura divina é para a atualidade. Neste dia então, Berg, Vingren e mais 18 irmãos foram expulsos daquela igreja e formaram a primeira Assembléia de Deus, que a princípio se reunia na casa da irmã Celina Albuquerque, a primeira crente batizada no Espírito Santo em terras brasileiras.

Logo depois começou a circular pela cidade um panfleto, da parte daquele pastor batista, alertando a população contra os ensinamentos dos missionários, citando inclusive as passagens bíblicas por eles usadas.O que parecia prejudicial, tornou-se num grande impulso para propagação das verdades bíblicas, pois aqueles que os liam, ao conferir com as escrituras, passavam a crer e buscavam a igreja, que crescia exponencialmente. Dias depois, chega a primeira remessa de Bíblias e Novos Testamentos em português, o que leva Daniel Berg a se dedicar exclusivamente à venda das literaturas e pregação do Evangelho.
Avançando Para o Interior do Brasil
Quando a Palavra de Deus já havia sido distribuida em toda Belém, Berg sentiu de Deus em ir rumo a Bragança e fazer na marcha para o interior o mesmo trabalho, para o qual era vocacionado. A tarefa não era fácil; os dois maiores inimigos eram o analfabetismo e o catolicismo herdado da colonização portuguesa. Naqueles pequenos vilarejos, o padre era a maior autoridade e todos os moradores já haviam sido advertidos quanto à pregação de Daniel Berg, e temiam a leitura da Bíblia, pois a igreja os proibia.
Vencendo os Obstáculos
Apesar disto, o jovem continuava a bater nas portas, a ler trechos bíblicos e orar pelos enfermos. As portas se abriam aos poucos e o Senhor operava sempre. Em pouco tempo já haviam vinte novas igrejas entre Belém e Bragança. O próximo passo foi a caminho das selvas. O contato inicial foi difícil e a primeira família se converteu num velório quando Daniel leu sobre a ressurreição para o pai e os filhos ao lado do corpo da mãe. Estes se tornaram evangelistas e contribuíram para a formação de uma grande igreja alí. Sofreram fortes perseguições por parte dos policiais, pois o delegado estava comprometido politicamente com a igreja católica. Mas claro que por fim o nome do Senhor era glorificado pelas vitórias dos crentes. Berg só saiu dalí quando a igreja já havia amadurecido e caminhava por seus próprios pés.
Seus Últimos Dias
O passo decorrente foi sua chegada às ilhas; nesta altura os maiores inimigos eram os naturais. A travessia em barcos precários, tornava o acesso muito perigoso, pois além da embarcação, haviam as piranhas e os jacarés. As grandes distâncias, as horas perdidas e o esforço com os remos, junto ao grande aumento do trabalho, tornou-o quase impossível. Após um acidente sofrido por Daniel, numa daquelas pequenas embarcações, sentiu de Deus de comprar um grande barco a velas, o que fez com a ajuda da igreja de Belém. Com o barco "Boas Novas" o atendimento era mais proveitoso e em maior extensão.
Daniel Berg passou para o Senhor em 1963, e mesmo enfermo num hospital, saía de um a outra enfermaria entregando literatura e orando pelos que se entregavam.



Primeira IgrejaDaniel Berg e Gunnar VingrenA Igreja Assembléia de Deus
"Pouco tempo depois, Gunnar Vingren participou de uma convenção de igrejas batistas, em Chicago. Essas igrejas aceitaram o Movimento Pentecostal. Ali ele conheceu outro jovem sueco que se chamava Daniel Berg. Esse jovem também fora batizado com o Espírito Santo.
Após uma ampla troca de informações, experiências e idéias, Daniel Berg e Gunnar Vingren descobriram que Deus os estava guiando numa mesma direção, isto é: o Senhor desejava enviá-los com a mensagem do Evangelho a terras distantes, mas nenhum dos dois sabia exatamente para onde Segunda Igrejaseriam enviados.
Algum tempo depois, Daniel Berg foi visitar o pastor Vingren em South Bend. Durante aquela visita, quando participavam de uma reunião de oração, o Senhor lhes falou, através de uma mensagem profética, que eles deveriam partir para pregar o Evangelho e as bênçãos do Avivamento Pentecostal. O lugar tinha sido mencionado na profecia: Pará. Nenhum dos presentes conhecia aquela localidade. Após a oração, os dois jovens foram a uma biblioteca à procura de um mapa que lhes indicasse onde o Pará estava localizado. Foi quando descobriram que se tratava de um estado do Norte do Brasil”.
Extraído do livro História das Assembléias de Deus, Emílio Conde - CPAD

No início do século XX, apesar da presença de imigrantes alemães e suíços de origem protestante e do valoroso trabalho de missionários de igrejas evangélicas tradicionais, nosso país era ainda quase que totalmente católico.
A origem das Assembléias de Deus no Brasil está no fogo do reavivamento que varreu o mundo por volta de 1900, início do século 20, especialmente na América do Norte.
Os participantes desse reavivamento foram cheios do Espírito Santo da mesma forma que os discípulos e os seguidores de Jesus durante a Festa Judaica do Pentecostes, no início da Igreja Primitiva (Atos cap. 2). Assim, eles foram chamados de “pentecostais”.
Exatamente como os crentes que estavam no Cenáculo, os precursores do reavivamento do século 20 falaram em outras línguas que não as suas originais quando receberam o batismo no Espírito Santo. Outras manifestações sobrenaturais tais como profecia, interpretação de línguas, conversões e curas também aconteceram (Atos cap. 2).
Quando Daniel Berg e Gunnar Vingren, chegaram a Belém do Pará, em 19 de novembro de 1910, ninguém poderia imaginar que aqueles dois jovens suecos estavam para iniciar um movimento que alteraria profundamente o perfil religioso e até social do Brasil por meio da pregação de Jesus Cristo como o único e suficiente Salvador da Humanidade e a atualidade do Batismo no Espírito Santo e dos dons espirituais. As igrejas existentes na época – Batista de Belém do Pará, Presbiteriana, Anglicana e Metodista, ficaram bastante incomodadas com a nova doutrina dos missionários, principalmente por causa de alguns irmãos que se mostravam abertos ao ensino pentecostal. A irmã Celina de Albuquerque, na madrugada do dia 18 de junho de 1911 foi a primeira crente a receber o batismo no Espírito Santo, o que não demorou a ocorrer também com outros irmãos.
O clima ficou tenso naquela comunidade, pois um número cada vez maior de membros curiosos visitava a residência de Berg e Vingren, onde realizavam reuniões de oração. Resultado: eles e mais dezenove irmãos acabaram sendo desligados da Igreja Batista. Convictos e resolvidos a se organizar, fundaram a Missão de Fé Apostólica em 18 de junho de 1911, que mais tarde, em 1918, ficou conhecida como Assembléia de Deus.
Em poucas décadas, a Assembléia de Deus, a partir de Belém do Pará, onde nasceu, começou a penetrar em todas as vilas e cidades até alcançar os grandes centros urbanos como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre.
Em virtude de seu fenomenal crescimento, os pentecostais começaram a fazer diferença no cenário religioso brasileiro. De repente, o clero católico despertou para uma possibilidade jamais imaginada: o Brasil poderia vir a tornar-se, no futuro, uma nação protestante.

O que é a Assembléia de Deus  
Fiéis da Assembléia de Deus
A Assembléia de Deus é uma comunidade protestante, segundo os princípios da Reformada Protestante pregada por Martinho Lutero, no século 16, contra a Igreja Católica. Cremos que qualquer pessoa pode se dirigir diretamente a Deus baseada na morte de Jesus na cruz. Este é um relacionamento pessoal e significativo com Jesus. Embora sejamos menos formais em nossa adoração a Deus do que muitas denominações protestantes, a Assembléia de Deus se identifica com eles na fundamentação bíblica-doutrinária, com exceção da doutrina pentecostal (Hebreus 4.14-16; 6.20; Efésios 2.18).
A Assembléia de Deus é uma igreja evangélica pentecostal que prima pela ortodoxia doutrinária. Tendo a Bíblia como a sua única regra de fé e prática, acha-se comprometida com a evangelização do Brasil e do mundo, conformando-se plenamente com as reivindicações da Grande Comissão.
A doutrina que distingue as Assembléias de Deus de outras igrejas diz respeito ao batismo no Espírito Santo. As Assembléias de Deus crêem que o batismo no Espírito Santo concede aos crentes vários benefícios como estão registrados no Novo Testamento. Estes incluem poder para testemunhar e servir aos outros; uma dedicação à obra de Deus; um amor mais intenso por Cristo, sua Palavra, e pelos perdidos; e o recebimento de dons espirituais (Atos 1.4,8; 8.15-17).
As Assembléias de Deus crêem que quando o Espírito Santo é derramado, ele enche o crente e fala em línguas estranhas como aconteceu com os 120 crentes no Cenáculo, no Dia de Pentecoste. Embora esta convicção pentecostal seja distintiva, a Assembléia de Deus não a tem como mais importante do que as outras doutrinas (Atos 2.4).
Templo da Assembléia de Deus do Belém do ParáO seu Credo de Fé realça a salvação pela fé no sacrifício vicário de Cristo, a atualidade do batismo no Espírito Santo e dos dons espirituais e a bendita esperança na segunda vinda do Senhor Jesus. Consciente de sua missão, a Assembléia de Deus não prevalece do fato de ter, segundo dados do IBGE (Censo 2000), mais de oito milhões de membros. Apesar de sua força e penetração social, optou por agir profética e sacerdotalmente. Se por um lado, protesta contra as iniqüidades sociais, por outro, não pode descuidar de suas responsabilidades intercessórias.
Sua estrutura Administrativa
Mesa Diretora da CGADB
As igrejas Assembléias de Deus atuam em cada lugar sem estarem ligadas administrativamente à uma instituição nacional. A ligação nacional entre as igrejas é feita através dos seus pastores que são filiados à Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB), com sede no Rio de Janeiro.
Em cada Estado os pastores estão ligados à convenções regionais ou a ministérios. Essas convenções, em geral, credenciam evangelistas e pastores, cuidam de assuntos da liderança e de direção das igrejas. Essas convenções operam um tipo de liderança regional entre a igreja local e a Convenção Geral.


36ª ADO da CGADBA CGADB é dirigida por uma Mesa Diretora, eleita a cada dois anos numa Assembléia Geral. Para várias áreas de atividades da Assembléia de Deus a CGADB tem um conselho ou uma comissão. Desta forma, existem o Conselho Administrativo da Casa Publicadora (CPAD), o Conselho de Educação e Cultura Religiosa, o Conselho de Doutrinas, o Conselho Fiscal, o Conselho de Missões, a Secretaria Nacional de Missões (SENAMI), e a Escola de Missões das Assembléias de Deus (EMAD).

O Compromisso com a Proclamação da Palavra de Deus
Templo de Cuiabá
Sendo uma comunidade de fé, serviço e adoração, a Assembléia de Deus não pode furtar-se às suas obrigações – proclamar o Evangelho de Cristo e promover espiritual, moral e socialmente o povo de Deus. Somente assim, estaremos nos firmando, definitivamente, como agência do Reino de Deus.
As Assembléias de Deus não são a única igreja. Deus está usando muitos outros para alcançar o mundo para Ele. Nos cenários brasileiro e mundial somos uma das muitas denominações comprometidas em conduzir crianças, adolescentes, jovens e adultos a Cristo.
Nossa oração nas Assembléias de Deus é que sejamos usados por Deus para ajudar os perdidos e propiciar um ambiente onde o Espírito Santo possa realizar sua obra especial na vida dos que crêem.
Se você ainda não pertence à uma igreja, queremos lhe convidar a adorar a Deus em Espírito e em verdade, numa de nossas igrejas (João 4.24).